Páginas

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Novas Regras De um Mundo Global

Novas Regras De um Mundo Global

A história mostra claramente que nenhum ditador trouxe à sua nação nada de bom, além do sofrimento. Assim eles empurraram o mundo para o desenvolvimento. Hoje, porém, nosso estado é completamente diferente: nós vivemos em um mundo global.

Anteriormente, o mundo existiu devido ao topo da pirâmide, uma personalidade individual dotada de poder soberano ilimitado, e tudo correu de acordo com sua palavra. Poucas centenas de anos atrás, como um governante ainda era capaz de tomar decisões benéficas. Mas hoje, num mundo global, se alguém tenta colocar em prática a sua opinião pessoal, ela só vai reconhecer a sua própria ignorância.
É porque num mundo global, as decisões não podem ser feitas por um único governante ou do governo, ou mesmo pelos governos reunidos juntos. Nada virá disso! A pessoa tem que estar familiarizada com um sistema geral, enquanto que um presidente não está, ele é ainda mais egoísta do que qualquer outra pessoa (é por isso que ele se tornou presidente, em primeiro lugar).


Assim sendom nenhum governante ou governo terão sucesso: Eles vão chegar ao poder, mantê-lo por alguns anos, e cair. Isso vai acontecer em todo o mundo. Veremos que os governos vão se degenerar cada vez mais. Um dia, milhões vão sair às ruas, como está acontecendo agora no Egito, e o governo entrará em colapso.
Porque o governo não pode se defender, onde está o exército? Seus dias de glória acabaram, ele não funciona desta forma mais porque o mundo se manifesta de forma global, um sistema integral, e as “pessoas de baixo” não mais serão obedientes aceitando tudo que o governante diz a partir de cima.

Hoje, o mundo opera baseado em princípios diferentes , porém, ainda não reconhecermos isso. Não são os governantes que vão nos ajudar, não importa quem chegue ao poder. Em épocas anteriores, os governantes avançavam o mundo através do sofrimento, ainda que, nunca avançava. Por exemplo, Alexandre o Grande queria introduzir a cultura grega em todo o mundo e tinha cientistas, consultores o ajudando. Ele tinha um programa inteiro do que ele queria fazer com o mundo. Mas hoje avançar com um governante não é mais possível.
[35084]

Da 4a. parte da Lição Diária de Cabala 11/02/2011, “A Liberdade”
Material Relacionado:
Pisar Num Planeta Desconhecido

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Boiando num Mar de Informações

Boiando num Mar de Informações

Na era da informação de internet e comunicação, todos nós sabemos como usa-la, obtê-la e compartilha-la. Mas alguém sabe de onde toda essa informação está surgindo?

Estamos vivendo na era da informação, onde nossas profissões, economia e decisões de vida frequentemente dependem dessa “coisa” amorfa que nós não podemos nem ver, tocar, escutar muito menos sentir. A informação flui sobre o mundo quase que instantaneamente, mas como a crise financeira recente deixou valores – como o mercado de ações que existe somente como bits num computador – ela pode sumir durante a noite sem deixar rastro algum. Então o que é essa coisa chamada “informação”? De onde vem, como chegamos a ela e o que fazer com assim que a obtermos?
Informação – Uma breve história
A informação teve sua grande estréia com o surgimento da Internet. Pessoas de todo o mundo, de repente, tiveram acesso livre a informação, seja sobre eventos mundiais, noticias nacionais, estilos de vida estrangeiro, historia, saúde ou as novas redes sociais.
Rapidamente, ficou comum as pessoas trocarem informações via internet para se ligar à outras.

Por exemplo, em 2006, um vídeo de musica foi publicado no YouTube documentando uma campanha chamada “Abraços gratuitos”, organizada em Sydney, Austrália, cujo objetivo era dar abraços a quem quisesse. Com a ajuda da internet, pessoas da Rússia, China, EUA, América do Sul, Israel, Portugual e vários outros locais do mundo se uniram a esse novo movimento e elas saíram a locais movimentados oferecendo “abraços gratuitos” a quem quisesse.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Europa: Uma Casa Comum, Um Problema Comum

Europa: Uma Casa Comum, Um Problema Comum

Pergunta: Há várias dezenas de nós na Holanda, se preparando para participar da Convenção Europeia, que será realizada em Berlim. Para a maioria de nós esta será a primeira vez assistiremos a uma conferência de Cabala, e alguns dos alunos ainda não sabem qual é o sentido da convenção e por que é tão necessário participar. Como podemos prepará-los para ela?

Resposta: Os Europeus têm que entender que seu continente está num estado muito perigoso em relação a todos os outros. De todos os lugares do mundo, a Europa enfrenta o mais grave e maior problema, que se explodir pode escalar para uma terceira guerra mundial.

Os europeus estão em uma situação muito instável, precisamente porque eles decidiram se unir, mas por outro lado, a sua união é egoísta. Se um egoísta se separa do outro com um limite, então eles ainda são capazes de manter uma ligação através dessa fronteira de acordo com regras estabelecidas. Mas se não há conexões formais e todo mundo vem para o mercado comum, com uma economia comum, e com uma enorme problemática de reservas que a Europa possui, então eu não vejo isso com qualquer possibilidade de existir e prosperar no mundo. [Leia mais →]

domingo, 26 de dezembro de 2010

SOBRE RAIZES E RAMOS

SOBRE RAIZES E RAMOS

Artigo publicado no jornal Kabbalah Today, em Abril/2007, por Gilad Shadmon

As regras que afetam nosso mundo se originam nos mais elevados domínios espirituais. Estas regras descem em cascata para a realidade que todos experimentamos, mas neste processo perdem sua beleza e graça. A sabedoria da Cabala nos ensina como redescobrir aquela beleza e reviver nosso lado espiritual.

Para entender o fenômeno em nosso mundo precisamos em primeiro lugar entender sua origem. Se examinarmos honestamente a realidade, teremos que admitir que não temos a menor idéia do porque as coisas acontecem do jeito que acontecem. Em cada campo do conhecimento humano - das ciências exatas, sociais, medicas ou culturais - nós somos incapazes de explicar completa e exatamente o porque das coisas acontecerem. Se pudéssemos, seríamos capazes de evitar que as futuras desgraças viessem a acontecer.

Sempre que alguma coisa não dá certo, racionalizamos suas causas de mil maneiras diferentes, mas no final do dia, o melhor que conseguimos é apenas uma aproximação tosca. Vejam alguns exemplos: "Se eu ontem estivesse usando o meu casaco de lã, em vez daquele casaco elegante de couro, hoje eu não estaria doente." "O dolar está despencando por causa do gigantesco déficit comercial." "O Vasco está perdendo os jogos em casa por causa da pressão da torcida."