domingo, 7 de setembro de 2014
domingo, 4 de maio de 2014
O DESPERTAR DA HUMANIDADE
Hoje, muitas pessoas acreditam que o progresso da humanidade está se aproximando de um beco sem saída. Nossas antigas esperanças de uma vida melhor e mais feliz, graças ao progresso científico e social, têm sido ofuscadas por um pessimismo crescente sobre o que parece ser um impasse.
O racionalismo tem existido no mundo desde os
tempos da Grécia antiga. A visão predominante é a de que o ser humano se
encontra acima de toda a natureza e não devemos esperar por misericórdia do
céu; pelo contrário, cabe a nós levar tudo nas nossas mãos. Isto
quebrou-nos, a partir do desenvolvimento de uma filosofia materialista alegando
que uma pessoa não é uma parte da natureza. Na verdade, ela é a maior egoísta.
A diferença entre a minha visão de mundo, o meu desejo de estar acima da
natureza, e o que é de fato descoberto, desperta uma crise global que inclui
todas as áreas da atividade humana. Isto é assim porque eu penso que posso
controlar a natureza e, de repente, descubro que a natureza é integral. Agora
estamos descobrindo gradualmente que estamos dentro de um computador, dentro de
um programa que nos gere, por isso não podemos fazer nada. Todos os nossos
planos são destruídos e não há nenhuma maneira que possamos ter sucesso em
ativá-los. Tentamos fazer algo com as nossas vidas, com as crianças, com a
nação, mas tudo é em vão. Porquê? Isto é porque nós desenvolvemos um estado
onde nos sentimos acima da natureza, mas descobrimos que ela está acima de nós
e, em suma, somos ativados por esta, quer queiramos ou não. Essa falta de
acomodação entre o nosso estado e o que acontece na realidade leva a todos os
problemas.
PORQUE
AGORA É MOMENTO DA CABALA?
Vemos que mais e mais pessoas no mundo são incapazes de encontrar satisfação. Antigamente, pensávamos que estávamos dando grandes saltos para frente, que fazíamos progressos substanciais, mas agora parece que estamos enfrentando uma espécie de muralha.
A humanidade parece estar mergulhada numa
depressão, o suicídio e as drogas abundam, e as pessoas estão tentando se
libertar do mundo, suprimindo seus sentimentos. O terrorismo e o rápido
crescimento das catástrofes naturais são sintomas de uma crise global, e esses
estados estão levando a humanidade a uma pergunta fundamental: "Qual é o
sentido da vida?". Muitas pessoas já começaram a procurar a resposta para
esta pergunta. Isto torna-se evidente se considerarmos o grande aumento na
procura pela epiritualidade ao longo dos últimos vinte anos.
Está escrito no Livro do Zohar, que no final
do século XX a humanidade começará a perguntar sobre o sentido da vida, e que a
resposta a esta questão, oculta na antiga ciência Cabalística, só pode ser
revelada em nossa época, justamente por causa dessas circunstâncias
desafiadoras.
É por essa razão que a ciência Cabalística tem
sido ocultada há milênios. As pessoas não estavam preparadas para ela, e não
precisavam dela. Porém, nos últimos anos, o seu apelo aumentou dramaticamente.
Muitos têm se ocupado dos estudos Cabalísticos, curiosos para saberem o que ela
pode lhes dar. Quando uma pessoa percebe que a Cabalá responde à pergunta sobre
o sentido da vida, ela não se sente intimidada, e começa a participar
ativamente do estudo dela.
As idéias de que a Cabalá se ocupa de magia,
milagres, ou água benta, estão gradualmente desaparecendo. As
pessoas percebem que estes são fenômenos psicológicos.
A demanda pela Cabalá autêntica e verdadeira
está crescendo. Em outras palavras, há uma demanda crescente por aquilo que nos
permitirá perceber o universo maior, a existência eterna, e as forças
governantes superiores. As pessoas querem saber por que o nosso mundo e as
nossas vidas estão se revelando como elas são, de onde viemos e para onde
estamos indo.
Em nossa época, muitas pessoas ao redor do
mundo têm desenvolvido um interesse por esse assunto, e é por isso que a
ciência Cabalística vem ganhando popularidade. À medida que essa existência
terrena parece ainda mais lamentável e limitada, mais e mais pessoas procuram
se associar a algo além deste mundo.
Dessta forma, hoje as pessoas estão prontas
para a ciência Cabalística. Ela acolhe todos aqueles que verdadeiramente buscam
descobrir o sentido da vida, a fonte de nossa existência, e oferece um método
prático de alcançá-la
domingo, 19 de janeiro de 2014
E FOI-SE A NOITE E FOI-SE A MANHÃ
"E
foi-se a noite", estende-se da escuridão de Malchut. "E foi-se a
manhã" se estende a partir da luz, de Zeir Anpin. "Um dia",
indicando que a noite e a manhã são um só corpo, e ambos fazem o dia. Para
saber que não há dia sem noite e nem noite sem dia, e eles nunca se separarão
um do outro. É impossível ter a luz do dia sem que a escuridão da noite se
preceda. Da mesma forma, nunca haverá a escuridão da noite sem que haja a luz
do dia em seguida, uma vez que eles nunca estarão um sem o outro. Luz e
escuridão produz um único dia. O dia começa com a escuridão. Quando a escuridão
começa, contamos o início do dia.
Após
as restrições e a quebra, o sistema de [cascas] Klipot surge, o lugar de BYA
divididos em dois discernimentos. De sua metade e acima havia BYA Kedusha
(santidade), e a partir da metade para abaixo se tornou a seção permanente da
Klipot. Em conseqüência, neste mundo, um homem não sente falta pela
espiritualidade. Quando ele começa a sentir a escuridão da noite, que ele está
distante do Criador, ele já começa a acreditar na existência do Criador, caso
contrário, de quem ele está distante?Tudo isso é resultado da iluminação de longe, que brilha para ele, e, na medida, que ele sente que está distante do Criador. Acontece que o sentimento das trevas começa quando há iluminação. Como a luz do dia é reconhecida somente pela negação, que se sente a falta, e não se sente a Luz do Criador, a Luz que ilumina a sua falta, agora então começa a sentir que lhe falta a luz do Criador, chamado de "dia". Mas para aqueles para quem a luz do dia não brilha, não sabem que há uma falta para a Luz do Criador, chamada de "dia".
O Criador causa sua escuridão, para que ele se preocupe com a espiritualidade. Por enquanto, o Criador tem tido piedade dele e ilumina o discernimento do dia, começando com a noite. Quando o dia começa a brilhar em seu coração em forma de escuridão, isso é chamado "o começo da subida do dia." O Kelim então começa a se formar dentro dele, na qual a luz será capaz de brilhar de forma afirmativa, essa é a Luz do Criador, é quando ele começa a sentir o amor do Criador e o sabor da Torá e o gosto da Mitzvot.
Quando a pessoa começa a trabalhar no sentido de doar, a questão da superficialidade: "O que você quer dizer com este serviço? Porque que são os seus trabalhos? "Quando uma pessoa começa a refletir que talvez ela esteja certa, ela cai sob o seu poder. Se ele não ouví-lo, ele se fortalece no trabalho e diz: "Agora eu estou indo no caminho da verdade sem estar confuso." Ele supera e se torna feliz.
O verdadeiro caminho é ir acima da razão, na fé, o oposto do saber, que o corpo entende. Sempre achando que ele não tem outra escolha a não ser acreditar acima da razão.
Quando ele sente um pouco de gosto no trabalho ele não o toma como apoio, para então não precisar da fé, já que ele tem alguma base, pois senão ele seria imediatamente derrubado de seu grau. Quando se toma cuidado para não substituir a fé com a base do conhecimento, mesmo que por um minuto, ele é feliz por não tomar o caminho dos pecadores.
Resumo
do artigo n º 36, 1984-1985
domingo, 3 de novembro de 2013
PORQUE NECESSITAMOS DA EDUCAÇÃO INTEGRAL HOJE?
Em
todo o mundo, observam-se ondas de crise que “resumem” o giro do
desenvolvimento atual. O que exatamente isso nos trouxe? Por um lado, as vidas
de inúmeras pessoas tornaram-se muito melhor. Elas já não são tão pobres como
aqueles que costumavam não ter nada, exceto suas vidas.
Por
muito tempo as pessoas acreditaram no capitalismo. Em outras palavras, elas
confiavam que sua motivação egoísta iria deixá-las alcançar o sucesso.
Realmente, por que não deveriam melhorar a sua vida? Claro que, em seu caminho
para o sucesso, elas precisavam ficar dentro de quadros rígidos da lei, dentro
de limites legais concretos, ao invés de fazer um clima de permissividade total
e derramamento de sangue. Cada um tem a liberdade de fazer o que quiser! Você
quer entrar na produção industrial, comércio, bancos, tecnologias, etc.? Lute
por isso e alcance. Como resultado desta atitude, as pessoas começaram a
perseguir o sucesso e aplicaram tremendos esforços neste caminho.
Por
outro lado, elas obtiveram a liberdade financeira, tornaram-se mais educadas,
acumularam propriedades pessoais, começaram a viajar por todo o mundo, e se
acostumaram com a abundância total. Neste ponto, elas se tornaram muito
vulneráveis aos golpes do destino, ao contrário de quando costumavam ser
pobres. Isso explica por que “sete anos de fome” só acontecem depois de
“sete anos de abundância”. Em algum ponto no tempo, os judeus tiveram uma ótima
vida sob o governo de um rei egípcio generoso que lhes forneceu as melhores
condições possíveis de vida. O Faraó costumava ser um “presidente”, enquanto Yosef (José)
costumava ser o seu “primeiro-ministro” que desfrutava poderes ilimitados. Nem
uma palavra ruim poderia ser dita sobre qualquer um deles. Isto é como o
Criador “exaltou” todo o povo de modo que ele “ganhou peso” e se tornou
“obeso”. Então, o Criador começou a retirar a “gordura da abundância” do povo
judeu, para que eles pudessem experimentar novas tendências na própria “pele”.
A
redução da renda e a perda de capital são duas coisas diferentes. É uma
sensação diferente quando deixamos de ganhar um adicional de mil dólares, do
que quando perdermos apenas cem dólares que já estavam em nosso bolso. Estes
infelizes cem dólares nos deixam ainda mais triste do que se deixássemos de
ganhar um extra de mil, uma vez que já era nosso. Durante um mês inteiro nos
lembramos da perda daqueles cem dólares, ao passo que a perda dos mil
potenciais não deixa um gosto tão amargo em nós.
É
por isso que hoje em dia a humanidade é elevada a um nível material muito alto.
Neste momento, o “depósito de gordura” está sendo tirado de nós, camada por
camada, até que a “carne” seja revelada, ou seja, até que todo o tecido
corporal seja “tirado” do osso. Isso é chamado de “sete anos de fome”, que vai
acabar nas “dez pragas do Egito”, durante as quais “os egípcios” vão continuar
“odiando e desprezando os judeus”. Em outras palavras, a nossa oposição ao
nosso próprio egoísmo torna-se insuportável para nós, e não sabemos o que fazer
com isso por mais tempo. Ao mesmo tempo, sabemos que é o nosso ego que não nos
permite respirar.
Hoje,
nós temos tudo: estruturas bancárias, uma indústria desenvolvida, sistemas de
saúde e boa educação… qualquer coisa que queiramos! No entanto, esses
mecanismos agem contra nós. Os médicos e farmacêuticos estão interessados em
manter as pessoas doentes para que eles possam nos alimentar com medicamentos
questionáveis ou, na maioria das vezes, inúteis. A indústria e o comércio se
transformaram em “instrumentos enganosos e sugadores de dinheiro”. Para
encurtar a história, todos os sistemas artificiais com os quais costumamos
contar acabaram por apodrecer.
Isso
aconteceu apenas alguns 60-70 anos atrás. Nós pensávamos que estávamos nos
aproximando do “futuro brilhante”, em que todo mundo ia ter uma casa, um
trabalho, gozar de boa saúde, sair de férias e ter um plano de previdência
decente. Em vez disso, quando chegamos a certo nível, os nossos desejos
egoístas começaram a descer e a enterrar nossas esperanças. A classe média está
desaparecendo gradualmente, e tudo está voltando aos círculos anteriores:
elites no topo e bilhões de pessoas famintas na parte inferior. Isto é o que
sete anos de fome parecem.
Como
pode ser? Onde está a lógica? As elites devem ter medo que este cenário cause
grande tumulto e distúrbios. Os pobres vão fazer perguntas e será impossível
detê-los. Além disso, a classe alta não será capaz de parar de sugar tudo do
seu povo, não vai deixar nada para eles, e isso vai levá-los à completa
pobreza. O egoísmo não vai permitir que a classe superior mude o seu
comportamento porque este é o programa que está enraizado nela.
Em
seu próprio caminho para a riqueza, bem como durante sua queda na pobreza, a
pessoa mede e avalia suas perdas. Pessoas que estavam no topo e depois caíram,
irão pensar muito sobre o que realmente aconteceu com elas. Enquanto elas
pensam sobre suas vidas, de repente, vão ver: “O nosso egoísmo nos devorou.
Nossa própria natureza é o nosso inimigo. Ele não nos permite viver bem. Se não
corrigirmos nossa natureza, estaremos totalmente perdidos”.
Mesmo
a elite que vai sobreviver e vencer as batalhas do capital vai se sentir dessa
maneira. Digamos que apenas uma centena de vencedores vai sair do inferno das
lutas pela sobrevivência. Eles vão “dobrar” os outros. Não haverá quaisquer
elos de transição alimentando as camadas intermediárias da sociedade. Futuros
mecanismos de governo farão a transição para um espaço virtual. No final, cada
um vai fazer uma pergunta importante: “O que eu faço agora?” Eles vão ver que
seu egoísmo destrói fronteiras, enlouquece, e faz o que quer. Nossa natureza
nunca nos permitirá obter o equilíbrio.
É
tão óbvio! Não basta distribuir parte de nossos rendimentos aos pobres e apoiar
a sua subsistência? No entanto, mesmo a maior assistência caritativa desaparece
sem qualquer traço, como na África. Não importa o quanto nós dispensemos aos
necessitados; nunca sobra nada e nunca é o suficiente. Suas necessidades apenas
continuam a crescer. Este é o ponto em que as pessoas vão começar a gritar
sobre o mal que será revelado nelas, quando entenderem que não podem lidar com
o seu egoísmo. É como se uma cobra rastejasse dentro de cada um de nós e agora
nos come por dentro, como um tumor canceroso que não pode ser tratado.
Este
é o cenário de como o mundo externo irá se desenvolver. Não temos o direito de
sentar e esperar que isso aconteça. Nós temos que finalmente notificar as
pessoas sobre a metodologia de correção, e isso deve feito imediatamente. Nós
estamos nos esforçando para fazê-lo. Nós aceleramos o tempo e nos desenvolvemos
em conjunto com o Criador, com o grupo, com o exemplo do que temos que
finalmente alcançar. Nós sabemos de antemão o que o nosso desenvolvimento vai
nos trazer: unidade, a aspiração de ajudar uns aos outros a aprender a amar o
nosso próximo como a nós mesmos, a distribuição igual que se baseia na educação
integral. Nós montamos este ideal e constantemente aspiramos a isso.
Assim,
além dos problemas que nos empurram por trás, nós temos mais uma força que nos
puxa para frente. Mesmo que os golpes no futuro sejam muito fortes, nós temos
um transporte de energia adicional que nos atrai para frente. Nós temos
conhecimento, aspiramos a nossa missão e buscamos o nosso objetivo. Nós
estudamos a imagem que está na nossa frente e ela começa literalmente a
florescer e acelerar o tempo.
De
uma forma ou de outra, todo mundo vai, no final, perceber que o egoísmo é mal e
vai nos matar. Isso vai se tornar tão óbvio que tudo o que vamos ter que fazer
é cavar nossos próprios túmulos. Afinal de contas, não podemos ir contra a
natureza, a menos que utilizemos a metodologia da correção que é criada
especialmente para isso.
Da
4a. Parte da Lição Diária do Dr M.Laitman - Escritos do Rabasch - ,
sábado, 24 de agosto de 2013
DA OBSCURIDADE – PARA O MUNDO DA VERDADE
NÃO HÁ FELICIDADE NA
VIDA DO FACEBOOK
Nas
Notícias (da Universidade
de Michigan): “O uso do Facebook prevê um declínio no bem estar
subjetivo, em vez de reforçá-lo, mostra um estudo da Universidade de Michigan”…
“‘Superficialmente,
o Facebook fornece um recurso inestimável para preencher a necessidade humana básica
de conexão social’, diz o psicólogo social da UM Ethan Kross, autor principal
do artigo e professor no Instituto de Pesquisa Social da UM (ISR). ‘Mas ao
invés de melhorar o bem estar, nós descobrimos que o uso do Facebook prevê o
resultado oposto: ele o prejudica’”…
“O
estudo descobriu que quanto mais as pessoas usaram o Facebook durante um
período de tempo, pior se sentiram posteriormente. Os autores também pediram às
pessoas para avaliar o seu nível de satisfação com a vida no início e no final
do estudo. Eles descobriram que quanto mais os participantes usaram o Facebook
durante o período de estudo de duas semanas, mais os seus níveis de satisfação
com a vida diminuíram ao longo do tempo.
“O
mais importante: os pesquisadores não encontraram nenhuma evidência de que
interagir diretamente com outras pessoas via telefone ou face-a-face
influenciou negativamente o bem estar. Em vez disso, eles descobriram que as
interações diretas com outras pessoas levou as pessoas a se sentir melhor ao
longo do tempo”.
Todo
o processo do nosso desenvolvimento visa nos levar à desilusão completa e a uma
compreensão da necessidade de unidade: é impossível se comunicar no velho e no
novo modo, para que possamos nos dirigir ao novo tipo de conexão e interação –
espiritual (doação e amor).
DA OBSCURIDADE – PARA
O MUNDO DA VERDADE
Isso
parece paradoxal, mas se olharmos para este mundo a partir do mundo espiritual,
não há nada mais natural do que a conexão de tudo num todo e com o Criador. Este
é um sistema único e estável que se encontra em harmonia, em equilíbrio permanente,
num estado ideal, onde tudo se encontra em interação, preenchendo os outros e
sendo preenchido pelos outros. Este sistema torna-se um corpo totalmente
saudável, física e mentalmente.
Informação,
matéria, energia, percepção, consciência, tudo isso existe em harmonia
absoluta. Portanto, este sistema é eterno: não existe o conceito de tempo, não
há mudanças. Em outras palavras, existe a vida eterna e os eventos acontecem
com regularidade especificamente para revelar a profundidade infinita dessa
conexão.
A
própria conexão é permanente, o sistema é permanente, e a Luz é encontrada em
repouso absoluto e preenche toda a criação. Nós nos encontramos nela em
constante movimento, do menor ao maior preenchimento. E o êxtase mais
importante é a percepção da harmonia e plenitude do sistema, e é isso que é
chamado de percepção do Criador.
Portanto,
o nosso mundo é compreendido desde lá como um pequeno mundo feio, que existe
sem escolha, porque o Criador obriga-o a existir, embora a criatura pareça tão
desprezível que não tem o direito de existir. Esta criatura existe
especificamente para isso, que ao negar a sua perversão, ela vai subir e
alcançar a eternidade e plenitude. No entanto, é difícil fazer isso, porque nós
não vemos nada contra esta perversão.
Mas,
se nós víssemos isso, perderíamos a liberdade de escolha, e com toda a nossa
força correríamos somente para lá, sem nos importar com nada. Nós bateríamos
todo o nosso corpo no muro, na barreira que nos separa, só para chegar lá ou
desaparecer.
Para
isso nos foi dada a ocultação, de modo que construíssemos a partir de nós
mesmos o modelo do mundo ao qual aspiramos, com uma ligação entre nós, com a
nossa relação com o outro, com nós mesmos, na relação do nosso grupo geral com
toda a humanidade, com a natureza inanimada, vegetal e animado.
Nós
rogamos por isso neste mundo, imaginando-o como um reino, como num jogo de
crianças, e tentamos criá-lo entre nós, apesar de todas as coisas que nos são
dadas aqui. Nós queremos entrar neste estado imaginário e aparentemente
anormal; se entendermos o quão longe isso está da nossa existência atual, vemos
que isso é contrário a toda a lógica, à nossa natureza, ou seja, à nossa
inteligência. Isso precisa ser algo totalmente diferente.
Continuamente
a humanidade tenta entender como, apesar de tudo isso, é possível fazer alguma
coisa, mas no final, resulta em algo pior. O ego ainda nos esmaga e nos mostra
que talvez tenhamos conseguido o que queríamos, até que descobrimos o
significado de tudo o que está acontecendo: Para que serve essa existência?
Você
vê, se olhamos de fora, nossa existência parece pervertida e absolutamente
carente de significado e propósito. Conclui-se que existem pessoas sem escolha,
cativas, que sofrem e fogem deste sofrimento o tempo todo, que encontram mais
sofrimentos e mais uma vez fogem. E tudo isso é só para começar a imaginar
outra existência, algo que realmente vale a pena, pelo qual vale a pena viver,
e não lamentar o fato de que você está vivo.
Quando
imaginamos neste estado, aos poucos começamos a sentir que, aparentemente, ele
realmente existe; caso contrário, como nós poderíamos imaginá-lo? E esse estado
aparentemente não existe apenas hipoteticamente, mas verdadeiramente. No
entanto, ele quer que a gente realmente aspire a ele. Eu devo aspirar a este
estado de forma que eu vou me sentir interna e emocionalmente dentro dele.
Então eu começo a sentir algum tipo de ajuda, inspiração e iluminação. Eu
começo a ver que há um propósito para tudo isso.
Exatamente
assim, Adão descobriu este sistema 5773 anos atrás. A partir desse dia, nós
corremos o nosso calendário Cabalístico, a partir daquele momento em que Adam
HaRishon (primeiro homem) descobriu o Criador em nosso mundo. Depois disso
começou a transferência de conhecimentos de geração em geração; mais pessoas
começaram a ser incluídas nisso, que também sentiram uma falta de sentido em
sua existência.
Mas
esse mesmo problema sempre se manteve: como eu posso desenvolver um outro
mundo, um mundo correto e verdadeiro dentro do meu pequeno e ameaçador mundo?
As pessoas se deparavam com esse problema o tempo todo. É necessário criar uma
imagem, jogar com este sistema, jogar no mundo real.
Nós
sempre esquecemos isso, e isso vai continuar até criarmos um estado como esse,
um elo como este, um sistema de relações como este que será praticamente
idêntico ao mundo superior e que será obrigado somente a realizá-lo de forma
clara, e isso vai ser feito através de um golpe da Luz Superior. Mas até que
façamos tudo o que pudermos, a fim de estar em um estado como esse, nós não
vamos alcançá-lo. No momento em que fazemos para criar este outro mundo dentro
da nossa obscuridade, ele aparecerá imediatamente. A Luz vai torná-lo realidade
e vamos descobrir a nós mesmos dentro dele.
Nós
entendemos que não há escolha, exceto alcançar a unidade verdadeira e clara, e
criar as condições, o contato, relações mútuas como estas, que serão
praticamente iguais ao sistema superior, cheios de amor e doação, inclusão
mútua, compreensão, apoio e responsabilidade. E a ligação deve ser de tal forma
que a pessoa, como uma entidade separada, desaparece. Ela não existe e não pode
existir.
Do Blog laitman.com.br Publicado
em 23 de
agosto de 2013
terça-feira, 20 de agosto de 2013
CURSO DE CABALA AUTÊNTICA
CURSO GRATUITO DE CABALÁ AUTÊNTICA
Uma experiência com consequências para toda a vida fornecida pela PRÓPRIA NATUREZA
Começa dia 11 de Setembro de 2013 - Quarta-Feira
AGORA É O MOMENTO MAIS IMPORTANTE DA SUA VIDA…SE VOCÊ PERMITIR
Neste curso, você vai descobrir uma compreensão mais profunda da natureza, do mundo, e quem você realmente é, vai receber ferramentas para desenvolver uma nova abordagem para a vida, e experimentar uma perspectiva única que o ajudará a dar sentido aos eventos no mundo de hoje. Ao contrário de uma série de equívocos sobre a Cabalá que você normalmente ouve, isso está aberto para qualquer pessoa independentemente de quaisquer diferenças que aparentemente existam entre as pessoas (raça, idade, sexo, cultura, etc.) e você está livre para avançar no seu próprio ritmo, sem pressões ou obrigações.
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
sexta-feira, 14 de junho de 2013
APRENDENDO COM A NATUREZA
Inicialmente
precisamos aprender o desenvolvimento correto da natureza. Ela é perfeita e nós
somos sua consequência. Nossos pensamentos e sentimentos também se originam do
que ela nos deu. Então nós apenas temos que imitá-la, tomar o seu exemplo. Sabemos
que muitas das tecnologias mais recentes são baseadas no conhecimento dos
sistemas naturais e mecanismos na tentativa de reproduzi-los artificialmente. Nós
devemos fazer a mesma coisa na sociedade, nas nossas relações sociais,
econômicas, comerciais e outras relações. Se nós tivéssemos copiado a natureza
em nós mesmos, poderíamos ter nos livrado de todos os problemas.
É
de conhecimento comum que o Criador não completou a criação quando a criou. E
nós podemos ver em cada canto da realidade, geral e particular, que ela cumpre
as leis do desenvolvimento gradual, de ausência até a conclusão do crescimento.
Por esta razão, quando o fruto tem sabor amargo no início do seu crescimento,
isso não é considerado uma falha no fruto, já que todos nós sabemos a razão: o
fruto ainda não concluiu seu desenvolvimento.
Assim
é em todos os elementos da realidade: quando algum elemento parece ruim e
prejudicial para nós, é apenas por causa de um autotestemunho desse elemento,
que está ainda na fase de transição – no processo do seu desenvolvimento.
Portanto, nós não podemos decidir o que é ruim e não é sábio para nós emitir
uma falha nele.
Se
nós estamos falando do mundo exterior ou do mundo dentro de nós não importa. A
conclusão final pode ser simples: “Não toque a Natureza. Não mexa nela com as
mãos “sujas” e sua mente estúpida que é capaz de ver apenas o que está a um
milímetro do seu nariz. Melhor você cuidar de si mesmo. Você tem o globo.
Assim, tente viver em paz com ele; senão, isso não será bom para você”. Com
nossa mente corrupta, nossas mãos “sujas” — ou seja, egoístas — nós podemos
interferir nos assuntos da Terra, na riqueza e nos recursos que são limitados.
Eles nos são dados apenas para avançarmos de forma equilibrada de acordo com a
natureza, e não negativamente contra este sistema abrangente universal.
Se
nós percebemos nossa atitude negativa, a natureza imediatamente começa a
defender-se automaticamente e nos deparamos com as consequências de nosso erro
crescente em sua resposta. Isso causa grande sofrimento, crise e ameaça à nossa
existência: o perigo de aniquilação.
Tudo
isso porque não entendemos: a natureza é perfeita, e nós só precisamos aprender
a aderir totalmente a este sistema de forma equilibrada. A questão reside na
abordagem e exploração racional. O princípio é simples: o ser humano não está
proibido de fazer algo que não perturbe o equilíbrio natural. Claro, nós
podemos comer carne e peixe, cortar árvores, plantar vegetais e aproveitar a
vida. No entanto, devemos sempre saber onde está o limite além do qual há ações
direcionadas contra o equilíbrio, e quão bem nos encaixamos no sistema da
natureza.
Como
podemos verificar isso? Somente através do nosso egoísmo. Onde eu o utilizo,
lá, o mal começa. Afinal, a natureza é um sistema analógico totalmente altruísta,
baseado na doação mútua. Todas as suas partes, semelhante aos órgãos do nosso
corpo, cuidam apenas do bem-estar do todo. Esta é a maneira que nós devemos ver
a natureza a fim de verificar a mesmos. Nós agimos de forma semelhante? Nós
procuramos a perfeição, ou não?
Isso
é o que significa agir não artificialmente, mas naturalmente, para estar em
constante amor e doação, que é a lei da natureza, em vez do egoísmo que busca
sua própria vantagem. Assim, no nosso nível, nós podemos realizar a lei da
natureza, “Ama a teu próximo como a ti mesmo”, a lei pela qual vivem todas as
suas partes. Um predador, devorando a presa, nunca faz isso pelo prazer do
sofrimento dos outros. Ele caça apenas para se alimentar e nada mais. Quanto
mais profundamente nós compreendemos a natureza, mais nos tornamos convencidos
disso.
Nesse
sentido, nós precisamos entender o que e quanto devemos receber da natureza.
Não há nenhum problema se podemos usá-la apenas para viver com ela em
equilíbrio; em outras palavras, se todas as nossas ações são para o bem dos
outros, para o bem da natureza inanimada, vegetal e animal.
Como
isso é alcançado? Primeiro, nós precisamos corrigir a nossa própria natureza.
Afinal, o que os níveis inferiores executam instintivamente, nós devemos
perceber no que chama “acima da razão”, acima do egoísmo, e para isso estudamos
o método de educação integral.
Vale
lembrar que na natureza, o forte come o fraco, e ele não perturba a harmonia.
No entanto, isso causa um efeito devastador entre as pessoas. É o egoísmo não
corrigido atuando sobre nós. No entanto, esta lei deve ser efetuada de modo
diferente entre as pessoas: o forte ajudando o fraco na correção. O lobo
comendo as ovelhas traz correção, por exemplo, ajudando a população a se livrar
dos animais fracos. Assim, nós devemos ajudar uns aos outros de acordo com o
mesmo princípio de harmonia e equilíbrio, mas não comendo, e sim amando
igualmente a todos no nível humano, comprometendo-nos pelo bem dos outros. Podemos
medir nossa força ou fraqueza neste contexto por meio do serviço aos outros. Se
eu sirvo a eles ou os utilizo.
O QUE VOCÊ NÃO PODE APRENDER COM A NATUREZA
Aprendemos
com a natureza como construir sistemas integrais. Nós vemos de seu exemplo que
não somos capazes de nos integrar na natureza, e somos incapazes de nos
identificar com ela.
O
problema é que ninguém sabe como estabelecer um equilíbrio com a natureza, como
alcançar a semelhança, união com ela. A humanidade não pode encontrar a
resposta a esta pergunta por suas próprias forças. Aqui, nós somos os
portadores da Luz que Reforma. O mundo é integral, e representamos um sistema
analógico semelhante ao nosso corpo, todas as suas partes interagem
harmoniosamente entre si, enquanto que o homem é como um tumor canceroso,
devorando tudo ao seu redor.
Cientistas
modernos conduzem estudos notáveis sobre este tema. A doença está claramente
marcada e é claro que ela progride ameaçando destruir toda a raça humana. E se
morrermos como os mamutes? E se isso acontecer na minha geração ou na geração
dos meus filhos? O que podemos fazer?
Torna-se
evidente que não há nenhum remédio. Afinal de contas, isso também deve ser
recebido da Natureza. No entanto, pesquisadores aprendem com ela apenas no
negativo. Eles expressam nossa oposição a ela e não sabem como tornar-se
integral.
Uma
conclusão indiferente segue-se: “Que seja”. Todo mundo encontra seu nicho, seu
argumento, sua justificativa. Os economistas dizem uma coisa, os sociólogos
dizem outra, os políticos, um terceiro, e não há ainda qualquer solução. Eles vêem
o negativo do nosso mundo (-), oposto à natureza perfeita (+), mas não
conseguem descobrir como atingir um estado equilibrado, como chegar ao
equilíbrio. Isso não pode ser aprendido com a natureza.
Por
isso é que o mundo precisa do método de correção, a sabedoria da Cabalá. Ela
ensina como desenvolver-se em três linhas quando a Luz é oposta ao nosso ego, e
nós sabemos como formar a linha média entre elas, como equilibrá-las.
As
pessoas sem o Ponto no Coração não podem saber isso por causa do ego humano que
se manifesta nelas, enquanto em alguns, o maior ego resiste ao amor. Procuramos
chegar ao amor e descobrimos o ódio, um que é desconhecido. É possível conviver
com seu ódio, e por isso eles não têm vasos, as ferramentas para a solução.
Eles são como crianças indefesas e nós só podemos resolver os problemas atuais.
Assim,
é nosso dever revelar a diferença de potenciais à humanidade, toda a diferença
entre o positivo e o negativo. Ela, propriamente dita, não vai esclarecer o
problema até o fim porque ela não tem uma solução. Por que precisamos reabrir a
ferida? Da mesma forma, os cônjuges evitam áreas de conflito para não brigar
por nada. Nós podemos entender a doença e estabelecer seu diagnóstico final,
porque temos uma cura para ela.
Lição Diária de
Cabalá do Dr Michel Laitman - publicado em 09/06/13, Escritos do Baal HaSulam
domingo, 24 de março de 2013
A CULTURA DO CONSUMISMO E A FELICIDADE
Publicado na
Mídia (Do Business Insider): "Os americanos não foram sempre viciados em comprar coisas. As
pessoas costumavam poupar dinheiro para as coisas que realmente fossem
necessárias.”
"Mas
na época de abundância que se seguiu a Primeira Guerra Mundial, as corporações
se opuseram a ameaça de superprodução com uma estratégia de manipulação
psicológica."
“Temos de
mudar a América de necessidades, para uma cultura de desejos ", escreveu
Paul Mazur do Lehman Brothers. "As pessoas devem ser treinadas para o
desejo, para querer coisas novas, mesmo antes que o velho tinha sido totalmente
consumido. Temos de moldar uma nova mentalidade na América.
Os desejos
do homem devem ofuscar suas necessidades.”
"Esta
conspiração, ativada por nova sofisticação em publicidade e apoiada pelo
governo, foi chocantemente eficaz ....
"Um
novo tipo de publicidade foi fundamental para que isso fosse possível, e o
pioneiro neste campo foi Edward Bernays , o sobrinho de Sigmund Freud, que
mostrou as corporações como fazer as pessoas quererem coisas de que não
necessitavam ligando bens produzidos em massa a desejos inconscientes ....
"Bernays
quebrou o tabu contra o tabagismo feminino, convencendo um grupo de debutantes
a acender (cigarros) num desfile - um evento que ele vazou para a mídia antes
do tempo com a frase "Tochas da Liberdade" – deste modo ligando fumar
com o desafio a autoridade masculina ...
"Em
1927, um jornalista americano escreveu: 'Uma mudança chegou sobre a nossa
democracia, é chamada de consumismo. A primeira importância do cidadão americano
para seu país já não é a do cidadão, mas a do consumidor.
"Eleito
em 1928, o presidente Herbert Hoover foi o primeiro político a abraçar o papel
central do consumismo."
O Comentário do Dr M.Laitman: Mas o tempo desenvolve um
desejo nas pessoas, e elas não estão mais satisfeitas com as compras. Há um
desejo, mas não há realização porque os desejos se tornam virtuais, visando o
sentido da vida, o sentimento de felicidade.
Além disso,
compreendeu-se que a realização dos desejos materiais mata o próprio desejo, e,
assim, a sensação de prazer e felicidade desaparece, porque o prazer é sentido
apenas quando o desejo e a realização se encontram, e realização reduz a
sensação de felicidade.
Acontece
que a felicidade é inatingível se satisfizer o desejo, e como é que é possível
satisfazê-lo de modo que não esteja satisfeito, sempre ter o desejo e não
receber?
A ciência
da Cabalá (receber em hebraico), nos ensina como alcançar a felicidade eterna e
infinita! É possível se quebrarmos a ligação entre desejo e realização, se eu
amo alguém, realizando-o, eu desfruto. É por isso que o amor (não para o corpo,
mas para um ser humano) é um meio de alcançar a felicidade.
Na Armadilha do Egoísmo
Nós fomos
pegos numa armadilha preparada para nós por nossa natureza egoísta. Sob a
influência da natureza, a pessoa tende a: 1) satisfazer as necessidades básicas
(razoáveis) e 2) satisfazer o desejo de excessos que surgem nela sob a
influência de seu ambiente. Ao invés de se esforçar para se tornar semelhante à
natureza, tornando a humanidade como uma família, nos envolvemos em competição,
individualismo e protecionismo.
Os
interesses pessoais dos produtores impõem uma sociedade de consumo sobre todos,
na qual todos aspiram ao excesso em tudo. No entanto, eles nunca chegam à
felicidade, porque esse sentimento não os faz comprar mais e anula o culto do
consumismo.
Tudo é
feito para substituir os valores espirituais pelos materiais. As pessoas
precisam ser limitadas, elas são levadas a filmes, enganadas pela cultura de
massa e etc.. O contraste crescente entre a humanidade e a natureza integral
criou diferentes tipos de desequilíbrios que se manifestam na forma de
catástrofes naturais e sociais.
Publicado no www.laitman.com.br em 24/02/2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
CABALA E RELACIONAMENTOS
Dicas de como manter
relacionamentos bem sucedidos com base em princípios espirituais e no
entendimento de nossa natureza.
IGUALDADE ENTRE HOMENS E MULHERES: Bom
ou Ruim?
A mulher se completa sendo
oposta (e não igual!) ao homem.
Os papéis de homens e
mulheres se tornaram tão obscuros que as pessoas se confundem sobre qual
deveria ser o seu papel ideal. Isto tem afetado os relacionamentos entre homens
e mulheres e tem até feito com que as pessoas se sintam confusas com sua própria
identidade.
Por mais que desejamos criar
uma igualdade simples e completa – de acordo com o nosso entendimento a
respeito, no final isto não beneficia nem os homens nem as mulheres. Não torna
nossas vidas mais equilibradas, harmoniosas, justas ou felizes – e isto
acontece porque o modo pelo qual buscamos criar a “igualdade” contraria as leis
da natureza.
Ao invés de aprender com a
natureza como organizar nossas vidas, temos imaginado ser superiores à natureza
e inventamos nossas próprias regras. Entretanto nossas vidas provam que nós
somos, na verdade, parte da natureza. Assim, temos que deixar que a natureza
nos ensine como criar relacionamentos mais adequados entre nós e viver em
harmonia, uns com os outros.
Isto é exatamente o que a
sabedoria da Cabala nos habilita a fazer – ela nos revela quais são as leis da
natureza, demonstrando a cada um a melhor maneira de agir com os outros, seja
com homens, mulheres, crianças ou todo o mundo. Sem este conhecimento, é
impossível para nós organizarmos nossas vidas de um modo adequado. O que vemos
é que a cada dia que passa, enfrentamos mais problemas e sofrimento.
Mas como começou esta
confusão entre os papéis dos sexos em primeiro lugar? O relacionamento entre
homens e mulheres é desequilibrado apenas entre os humanos. No mundo animal, o
macho sempre fornece à fêmea tudo o que ela necessita. O problema com os
humanos é que tudo funciona de acordo com o ego e não de acordo com os deveres
que um sexo tem com o outro. Foi precisamente o ego que tornou os nossos relacionamentos
e os papéis dos gêneros desequilibrados.
Então qual deve ser o modo
equilibrado pelo qual devemos construir as nossas vidas? Está escrito que a
mulher foi criada para apoiar o homem. Isto quer dizer que a mulher cumpre o
seu papel precisamente sendo oposta (não igual!) ao homem. Ser oposta significa
ajudá-lo a atingir as metas espirituais, e assim ambos as atingirão.
A FÓRMULA PARA RELACIONAMENTOS IDEAIS
PARA CASAIS
“O que você está fazendo
para manter seu relacionamento vivo? Um estudo da Universidade de Illinois
destaca a importância de cinco estratégias de manutenção do relacionamento que
casais podem usar para preservar ou melhorar a qualidade de um relacionamento
“A pesquisa mostrou que
abertura, positividade, garantias, tarefas compartilhadas e uma rede social
compartilhada são estratégias que casais podem usar para tornar seu
relacionamento melhor.
“Para ‘abrir’ seu
relacionamento, nós encorajamos não só falar sobre seus sentimentos, mas
conseguir que o seu parceiro fale sobre o que está sentindo também.
Positividade implica em ser uma pessoa ‘divertida’, que age de forma otimista e
alegre enquanto vocês interagem um com o outro.
“Também é importante garantir
ao seu parceiro, que você está na relação para um longo percurso, dividir
responsabilidades e afazeres domésticos igualmente e fazer um esforço para
incluir os amigos e a família do seu parceiro em algumas de suas atividades.
O estudo mostrou que uma
pessoa que pratica uma destas cinco estratégias também é susceptível de
praticar as outras. E o parceiro que percebe que uma das estratégias está sendo
usada, está apto a se sintonizar com os esforços de seu parceiro nas outras
quatro áreas.
“Pessoas que usam qualquer
uma destas estratégias estarão não só mais satisfeitas e comprometidas com seu
relacionamento; elas também estarão mais susceptíveis de continuar a amar e, também,
gostar uma da outra por toda sua duração.
“Embora estas estratégias
funcionem, desafios podem surgir quando os casais não vêem ou não valorizam os
esforços um do outro da mesma forma. Essas abordagens tinham maior influência
sobre a qualidade da relação quando as pessoas acreditavam que seu parceiro
também estava realizando a manutenção do relacionamento”.
Enfim...o ambiente determina
o futuro de todos os casais. Palestras regulares, debates e wokshops familiares
são a chave para a compreensão e inclusão no outro e isso é uma garantia da
vida de um casal como um todo.
APRENDER A SABEDORIA DO AMOR
Diz-se que não há ninguém
mais sábio do que o experiente. A pessoa acha que passou por muita coisa e
que entende muito. No entanto, a expressão “não há ninguém mais sábio do que o
experiente” não se refere à mera compreensão, mas sim ter realmente passado e
sentido muitos dos estados. Quem sabe quais outros estados ainda estão por vir...
Portanto, muita paciência e
perseverança são exigidas de nós, não importa o que aconteça. O principal é se
aderir ao ambiente que vai ajudar a pessoa a se segurar em qualquer situação e
não deixar o caminho, apressar o tempo, e, assim, transformar todos os
problemas que são revelados em ajuda, para o bem.
domingo, 6 de janeiro de 2013
Chateado? Talvez Seja Hora de Mudar teu Ambiente
Minha resposta – uma pessoa chega a um ponto onde ela se cansa da vida.. não ve um significado ou propósito para ela. Quando ela ve as outras pessoas, não entende como podem sentir prazer pelas coisas que fazem.. Ela tenta imita-las.. se tornar parte do circulo social.. e ser como todas.. mas não consegue porque isso não é legal.. não é prazeroso..
Quando ela chega ao entendimento que está sozinha, então ela revela o “ponto no coração” algo interno.. uma aspiração para uma fonte desconhecida de realização.. ela segue essa aspiração e acha os livros certos, o grupo, e o site da cabala.
Então pense – talvez tu esteja pronto para um novo ambiente, hein?
Publicado em 14 de janeiro de 2008 no blog oficial do rav Dr. Michael Laitman
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Curso Gratuito De Cabalá Autêntica – Verão 2013
CURSO GRATUITO DE CABALÁ AUTÊNTICA
Uma experiência com consequências para toda a vida fornecida pela PRÓPRIA NATUREZA
Começa quarta-feira, 2 de janeiro de 2013 (20h hora de Nova Iorque).
AGORA É O MOMENTO MAIS IMPORTANTE DA SUA VIDA… SE VOCÊ PERMITIR
Agora é o Momento Mais Importante da Sua Vida… Se Você Permitir.
Neste curso, você vai descobrir uma compreensão mais profunda da
natureza, do mundo, e quem você realmente é, vai receber ferramentas
para desenvolver uma nova abordagem para a vida, e experimentar uma
perspectiva única que o ajudará a dar sentido aos eventos no mundo de
hoje. Ao contrário de uma série de equívocos sobre a Cabalá que você
normalmente ouve, isso está aberto para qualquer pessoa
independentemente de quaisquer diferenças que aparentemente existam
entre as pessoas (raça, idade, sexo, cultura, etc.) e você está livre
para avançar no seu próprio ritmo, sem pressões ou obrigações.
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O Que Você Receberá Deste Curso?
Uma base sólida da metodologia da Cabalá Autêntica
- Uma compreensão profunda da natureza, do mundo e quem você realmente é
- Ferramentas práticas para o desenvolvimento de uma nova perspectiva sobre o mundo a sua volta
- Uma consciência da fonte de problemas em nossas vidas pessoais e na sociedade
Três Princípios Cabalísticos Em Relação ao Curso:
Você avança no seu próprio ritmo.
- Seu próprio desejo irá guiá-lo para as respostas que você procura.
- Este estudo está aberto a todos…
O Que Há No Curso Gratuito
Aproximadamente doze semanas de estudos fundamentais (24 aulas, 2 aulas por semana)
- Aproximadamente trinta e seis semanas de aulas no total (nível fundamental = 12 semanas, nível intermediário = 12 semanas, nível avançado = 12 semanas)
- Capacidade de fazer perguntas via Google Group.
- Acesso livre e opcional a uma comunidade da internet para perguntar entre as aulas
- A base necessária para o estudo do Livro do Zohar, o livro mais importante da Cabala, para aqueles que buscam alcançar estados mais elevados de percepção e sensação
- Versões gratuitas em DOC ou PDF da maioria dos materiais do curso
- As aulas estão disponíveis para download gratuito e visualização, para você assisti-las quando desejar
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
VIDA SIGNIFICA APROXIMAR-SE DO AMOR
Em vez de se agarrar ao princípio “Não Há Outro Além
Dele”, o meu pensamento depende de diferentes fatores que eu vejo diante de
mim. Ao invés de olhar para
frente para ver além das pessoas, além do mecanismo, além de todos os fenômenos
naturais, e para ver apenas o Criador e eu, como um míope, olho para os
objetos que estão perto de mim e os vejo como os fatores de que depende a minha
liberdade. Assim como Dom Quixote, eu luto com moinhos de vento, “cenários” sem
vida.
Como resultado, o Criador tem que intensificar o mal e os
sofrimentos, de modo que eu tenha que dar uma olhada melhor no que depende a
minha vida. Ele faz isso para que eu não seja capaz de parar esta busca.
Assim, as pessoas são obrigadas a ser um pouco mais
inteligentes, a fim de ver com quem estão lidando e quem está gerindo o mundo.
Os problemas só nos lembram do objetivo, e é fácil nos livrar deles se nos
dirigirmos ao Criador. Mas nós não nos dirigimos a Ele para receber “recompensas”,
mas para corrigir a nós mesmos, a fim de nos aderir a Ele e dar-Lhe satisfação.
Então, os atuais “lembretes” serão anulados, e o “anjo da morte” vai se
transformar num “anjo santo”.
Baal HaSulam, em “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot”
: “Os ímpios, em suas vidas, são chamados de “mortos”. “Isto é porque a morte é
melhor do que a vida, como a dor e o sofrimento que suportam para o seu
sustento são muitas vezes maior do que o pouco prazer que sentem nesta vida.
Se nós não avançamos no sentido de alcançar a fonte da
vida, a vida se transforma numa fuga do sofrimento. Todos os nossos pensamentos
são apenas sobre como evitar o mal e o aborrecimento. Portanto, nós não
imaginamos o bem como satisfação, já que não podemos nos satisfazer, mas
simplesmente tentamos encontrar alguma paz entre os momentos ruins.
Como resultado, todos os prazeres que sentimos não duram
mais do que um curto espaço de tempo, e por isso somos chamados de “mortos”,
mesmo estando vivos, uma vez que não recebemos satisfação da fonte real da vida
da qual toda a realidade e toda a criação se sustentam.
Claro, todo mundo tem suas próprias contas, e se a pessoa
vê quanta dor e sofrimento ela sente, o quanto ela sofreu e que esforços fez em
comparação com os poucos momentos de prazer que lhe deixou feliz e lhe trouxe
alegria, então ela descobre que não valia a pena viver. Toda essa vida só pode
ser justificada como uma preparação para a ascensão espiritual. Mas se ela
examina a vida como é, percebe que não há qualquer nexo nela.
Agora, quando somos recompensados com Torá e Mitzvot (mandamentos), somos
recompensados com a vida real feliz e alegre, ao mantê-los, como se diz: “Prove
e veja que o Criador é bom”. Isto é o que aqueles que a alcançaram sentem.
Então, nós podemos escolher entre o bem e o mal. Depois que recebemos a Torá, o
caminho, os princípios espirituais, nós começamos a trabalhar com as duas
linhas.
Isto é o que os escritos dizem com: “e você deve escolher
a vida para que você e seus descendentes vivam”. Na verdade, é uma repetição:
“e você deve escolher a vida, de modo que você viva”. Mas isso se refere a
viver cumprindo a Torá e Mitzvot.
Então, a pessoa realmente vive. “Mas a vida sem a Torá e Mitzvot é mais difícil do que a morte”.
Esta é a forma como a pessoa percebe a diferença entre a
vida e a morte: a vida significa avanço espiritual, e a morte significa falta
de avanço. A pessoa gradualmente entende que o avanço significa se aproximar do
amor, da doação, da auto-anulação, subir acima do ego. Só isso é chamado de
“vida”, sem qualquer consideração ao que sentimos em nossos desejos egoístas.
De uma Lição de Cabalá do Dr M. Laitman em 11/12/12, “Introdução ao
Estudo das Dez Sefirot“
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