Mostrando postagens com marcador Baal HaSulam. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Baal HaSulam. Mostrar todas as postagens
domingo, 7 de setembro de 2014
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
VIDA SIGNIFICA APROXIMAR-SE DO AMOR
Em vez de se agarrar ao princípio “Não Há Outro Além
Dele”, o meu pensamento depende de diferentes fatores que eu vejo diante de
mim. Ao invés de olhar para
frente para ver além das pessoas, além do mecanismo, além de todos os fenômenos
naturais, e para ver apenas o Criador e eu, como um míope, olho para os
objetos que estão perto de mim e os vejo como os fatores de que depende a minha
liberdade. Assim como Dom Quixote, eu luto com moinhos de vento, “cenários” sem
vida.
Como resultado, o Criador tem que intensificar o mal e os
sofrimentos, de modo que eu tenha que dar uma olhada melhor no que depende a
minha vida. Ele faz isso para que eu não seja capaz de parar esta busca.
Assim, as pessoas são obrigadas a ser um pouco mais
inteligentes, a fim de ver com quem estão lidando e quem está gerindo o mundo.
Os problemas só nos lembram do objetivo, e é fácil nos livrar deles se nos
dirigirmos ao Criador. Mas nós não nos dirigimos a Ele para receber “recompensas”,
mas para corrigir a nós mesmos, a fim de nos aderir a Ele e dar-Lhe satisfação.
Então, os atuais “lembretes” serão anulados, e o “anjo da morte” vai se
transformar num “anjo santo”.
Baal HaSulam, em “Introdução ao Estudo das Dez Sefirot”
: “Os ímpios, em suas vidas, são chamados de “mortos”. “Isto é porque a morte é
melhor do que a vida, como a dor e o sofrimento que suportam para o seu
sustento são muitas vezes maior do que o pouco prazer que sentem nesta vida.
Se nós não avançamos no sentido de alcançar a fonte da
vida, a vida se transforma numa fuga do sofrimento. Todos os nossos pensamentos
são apenas sobre como evitar o mal e o aborrecimento. Portanto, nós não
imaginamos o bem como satisfação, já que não podemos nos satisfazer, mas
simplesmente tentamos encontrar alguma paz entre os momentos ruins.
Como resultado, todos os prazeres que sentimos não duram
mais do que um curto espaço de tempo, e por isso somos chamados de “mortos”,
mesmo estando vivos, uma vez que não recebemos satisfação da fonte real da vida
da qual toda a realidade e toda a criação se sustentam.
Claro, todo mundo tem suas próprias contas, e se a pessoa
vê quanta dor e sofrimento ela sente, o quanto ela sofreu e que esforços fez em
comparação com os poucos momentos de prazer que lhe deixou feliz e lhe trouxe
alegria, então ela descobre que não valia a pena viver. Toda essa vida só pode
ser justificada como uma preparação para a ascensão espiritual. Mas se ela
examina a vida como é, percebe que não há qualquer nexo nela.
Agora, quando somos recompensados com Torá e Mitzvot (mandamentos), somos
recompensados com a vida real feliz e alegre, ao mantê-los, como se diz: “Prove
e veja que o Criador é bom”. Isto é o que aqueles que a alcançaram sentem.
Então, nós podemos escolher entre o bem e o mal. Depois que recebemos a Torá, o
caminho, os princípios espirituais, nós começamos a trabalhar com as duas
linhas.
Isto é o que os escritos dizem com: “e você deve escolher
a vida para que você e seus descendentes vivam”. Na verdade, é uma repetição:
“e você deve escolher a vida, de modo que você viva”. Mas isso se refere a
viver cumprindo a Torá e Mitzvot.
Então, a pessoa realmente vive. “Mas a vida sem a Torá e Mitzvot é mais difícil do que a morte”.
Esta é a forma como a pessoa percebe a diferença entre a
vida e a morte: a vida significa avanço espiritual, e a morte significa falta
de avanço. A pessoa gradualmente entende que o avanço significa se aproximar do
amor, da doação, da auto-anulação, subir acima do ego. Só isso é chamado de
“vida”, sem qualquer consideração ao que sentimos em nossos desejos egoístas.
De uma Lição de Cabalá do Dr M. Laitman em 11/12/12, “Introdução ao
Estudo das Dez Sefirot“
quarta-feira, 4 de julho de 2012
REJEITANDO NOSSO EU ATUAL
Baal HaSulam, no artigo 208, “Trabalho”escreveu: Os esforços que a pessoa faz são apenas os
preparativos para alcançar a devoção. Assim, ela deve crescer acostumada à
devoção, uma vez que nenhum grau pode ser alcançado sem a devoção, pois esta é
a única ferramenta que qualifica a pessoa a ser recompensada com todos os
graus.
Na presente fase, a pessoa possui
uma série de qualidades, mas o passo seguinte envolve um nível mais elevado de
qualidades. Como nós podemos adquiri-los? Nós devemos suplicar que a Luz que
Corrige nos afete, para nos corrigir, e assim nos fazer subir.
Todos os nossos esforços são
feitos para despertar a Luz. Como fazemos isso? Nós atraímos a Luz tentando
simular o nível mais elevado, embora sejamos totalmente incapazes de fazer
isso, uma vez que ele está oculto de nós. Como podemos nos tornar um pouco semelhante
a ela? Para isso, nós temos que seguir várias instruções definidas pelos
Cabalistas.
Nosso próximo passo é, de fato,
um esforço maior para doar, ao contrário da fase atual. Isso significa que
temos que investir determinação na união com os amigos, anular-nos em relação
ao grupo, e tentar sentir a melhor de nossas habilidades de que não há outro
além Dele em todos os nossos problemas, impedimentos e obstáculos. Tudo é
enviado para mim pelo Criador, incluindo as interferências que ocultam Sua
unidade e seu poder ilimitado sobre todo o universo. Nós temos que conectar
tudo o que acontece a Ele; os nossos esforços devem ser dirigidos a considerar
o grupo como um mecanismo através do qual Ele se revela a nós.
Nossa determinação deve chegar a
um ponto onde sentimos que nossos esforços não conseguem crescer mais forte.
Isso ocorre quando nos rendemos a um estado mais elevado de modo que ele possa
nos governar. Nós ainda não temos a sensação correta, nem entendemos o nosso
próximo nível espiritual; tudo o que fazemos é simplesmente transmitir-nos
confiança para a próxima etapa, direcionando todos os esforços unicamente para
alcançá-la.
Devido a este nível de sacrifício
pessoal e devoção completa, a pessoa recebe uma alma do nível superior. Nossos
esforços devem ser direcionados para perceber que não há nada além Dele; nós
temos que nos esforçar em revelar a Ele e Sua unicidade através da doação e da
união no grupo. Deixe o superior governar nossos sentidos e o intelecto, sem
qualquer menosprezo em nosso nome.
Este estado chega até nós de
forma gradual, passo a passo, na medida em que atraímos a Luz que Reforma,
atingindo mais equivalência com o nível superior. Da mesma forma, um feto se
vira para sua mãe, permitindo que ela o alimente. Passo a passo, ele aumenta seus
desejos (em nosso reino isso produz a forma de completar sua carne), mas o seu
“trabalho” é recusar novos desejos ao se entregar totalmente a ela.
Repetidas vezes, ele se funde com
o superior e admite que não há outro além Dele, Aquele que é bom e faz o bem,
apesar de todos os problemas, dificuldades e obstáculos que a “nova carne”
(desejos) despertar nele.
O feto “liga” todas as suas
partes, bem como todo o mundo que o rodeia no ventre de sua mãe, à força
superior, e, no final, atinge o nível de devoção e auto-aniquilação, que é
chamado de “nove meses de concepção”, após o qual nasce neste mundo. O processo
de nascimento é insuportável; ele é acompanhado por tremendas dores de parto
(“contrações do nascimento” – tzirim) sob condições muito restritas (czar)
que causam aflições incríveis (tzarot). Através de uma enorme pressão, que
se origina tanto pela força superior quanto pelo feto em si, o feto ultrapassa
a passagem estreita e nasce para o mundo da Luz. Durante o processo de
nascimento, a criança tem que “abaixar a cabeça” completamente, virar de cabeça
para baixo. Então, quando termina o processo de nascimento, ela levanta a
cabeça novamente.
Tudo isso é resultado dos nossos
esforços. Nós temos que perceber que nunca alcançaremos o próximo passo
sozinhos; portanto, nossa tarefa é atrair a Luz que Reforma para que ela
produza mudanças essenciais em nós e, como consequência, nos prepara para a
próxima etapa.
Portanto, o nosso trabalho é
realizar ações que efetivamente atraiam a Luz que Reforma. Agora, nós estamos
falando de nossa união. Ao nos esforçarmos na conexão entre nós, nós aumentamos
a sua importância com a ajuda da Luz. Ao mesmo tempo, a Luz nos mostra que não
somos ainda capazes de nos unir. A força que nos inspira a unir conflitos com
situações desagradáveis nos impede de alcançar a união, reconhecendo que não há
outro além Dele. Nós continuamos a pensar: “se não for eu, então quem?”. É assim que nos aproximamos do
ponto crítico que nos permite “nascer de novo” em cada nível.
Estrato da Palestra do Dr Laitman
em New York Jun/2012- Publicado em 29/06/2012 no: www.laitman.com.br
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
“Eu vi um mundo Invertido”
(Talmud Babilônico, trecho do Pesachim)
O que é a realidade? Como a percebemos? Ela existe sem nós ou é uma imagem criada dentro de nós, dependendo das nossas qualidades internas?
Parece óbvio – a realidade é tudo que vemos a nossa volta: casas, pessoas, todo o universo… Realidade é o que podemos ver, tocar, escutar, provar e cheirar. Isso é a realidade. É mesmo?
É manhã. Você abre os seus olhos e se espreguiça. É um novo dia, o sol está brilhando, e os pássaros estão cantando. Mas profundamente, internamente, você sente que algo não está certo. Você acorda do lado errado da cama e a ultima coisa que você quer fazer é levantar-se. Mas você lembra que ontem foi um dia perfeito; você sabia que seria um grande dia desde que você acordou, e brilhou assim o dia inteiro. E hoje, você nem mesmo quer sair da cama.
Então, o que mudou, na verdade? A realidade ou você?
De acordo com a cabala, a imagem do mundo que conhecemos, de fato, não existe. “O mundo” é um fenômeno sentido por seres humanos. Reflete o nível para o qual as qualidades da pessoa combinam com a qualidade da força abstrata fora dela, a força da natureza.
Então o que é essa força da natureza que nos cerca?
Cabalistas a descrevem como a qualidade de amor absoluto e doação. Além disso, explicam que o nível de equivalência entre as qualidades do homem e a qualidade da natureza é o que o homem percebe como o “mundo”.
O que isso significa? Vamos usar um receptor de rádio para demonstrar. As estações de rádio estão continuamente transmitindo, mas só escutamos alguma estação em especial quando a sintonizamos no radio, numa certa frequência. Como o receptor de radio “pega” a onda? Ele gera uma frequência interna que é idêntica ao som de uma das ondas no ar externo. Então, o receptor de rádio “pegou” a onda somente após ter mudado sua frequência interna, mas as ondas de som sempre existiram.
Cabalistas explicam que percebemos a realidade externa na mesma exata maneira – de acordo com a “frequência” que geramos internamente em nós. Em outras palavras, a realidade que nos cerca é completamente dependente das nossas qualidades internas. Então, somente nós podemos mudá-la.
Ainda está confuso?
A vida de alguém está dentro de si
Para poder entender a maneira que percebemos a realidade, vamos imaginar o homem como uma caixa fechada com cinco “aberturas”: olhos, ouvidos, nariz, boca e as mãos.
Tais órgãos representam nossos cinco sentidos – olhar, escutar, cheirar, provar e tocar. Percebemos a realidade através desses cinco sentidos. O alcance de tons que podemos escutar, aspectos que conseguimos ver, sentir.. e, então, estão completamente dependentes da percepção dos nossos sentidos.
Por exemplo, vamos ver como o nosso mecanismo de escuta funciona – Primeiro, as ondas de som reunem-se, próximas do tímpano e causam uma vibração nele. As vibrações do tímpano movem os ossos no ouvido médio, e como resultado os sinais são enviados ao cérebro. O cérebro , então, traduz as ondas em sons ou vozes. É assim que escutamos. Em outras palavras, todo o processo de escuta acontece dentro de nós. Todos os outros sentidos funcionam da mesma forma.
Os sinais que chegam através de todos os nossos sentidos vão ao centro de controle do cérebro. Lá, a nova informação recebida é comparada com a já existente na nossa memória. Baseado nessa comparação, nosso cérebro, então, retrata uma imagem de um mundo que parece “existir” na nossa “frente”. Este processo cria o sentimento que vivemos num “lugar específico”, embora esse, está, realmente, dentro de nós.
Então, o que nós realmente percebemos?
Somente nossa reação interna ao estímulo externo – não o que realmente está fora. Nós estamos “fechados dentro da nossa caixa”, então, não podemos dizer o que realmente existe lá fora. Nossas imagens da realidade, então, resultam da estrutura dos nossos sentidos e a informação existente no nosso cérebro. Anos atrás, a ciência descobriu que estimular eletricamente o cérebro humano, pode fazer com que uma pessoa sinta como se estivesse num certo lugar e situação.
De fato, cientistas já sabem que diferentes criaturas percebem o mundo de forma diversa.
A habilidade de poder enxergar no escuro, do gato, é seis vezes maior que a nossa. A capacidade de escuta do cachorro é muito mais afiada e sensível que a nossa – cachorros podem escutar sons comuns antes que as pessoas os escutem. O olho humano está sintonizado a um comprimento de onda que estende-se entre violeta e vermelho.
É por isso que não conseguimos ver uma extensão de onda menor que violeta, como a ultravioleta. No entanto, abelhas podem perceber tal radiação ultravioleta e usá-la para localizar diferentes tipos de flores. Tais exemplos facilmente demonstram que se os humanos tivessem outros sentidos, perceberiam uma imagem da realidade completamente diferente.
Era tudo um Sonho
Isso significa que atualmente a verdadeira realidade está oculta de nós. Não a sentimos porque percebemos nós mesmos e o mundo de acordo com as nossas qualidades internas, que são atualmente egoístas. No momento, não sentimos que todas as pessoas estão conectadas como uma porque repelimos tal tipo de relacionamento. O desejo egoísta impresso dentro de nós não está interessado em tais conexões, e é por isso que não nos deixa ver a verdadeira imagem da realidade.
Se invertermos nosso egoísmo para a qualidade da Natureza – amor e doação – vamos sentir e perceber coisas completamente diferentes a nossa volta que não notávamos antes. Além do mais, tudo que vimos antes vai parecer completamente diferente – todo, eterno e resoluto. É isso que os Cabalistas quiseram transmitir no verso “Eu vi um mundo invertido” (Talmud Babilônico, trecho do Pesachim)
Prove e Veja
A sabedoria da cabala ensina-nos que o nosso propósito na vida é independentemente elevar-nos da nossa atual, limitada existência para verdadeira, eterna existência.
Como fazer isso? A única maneira para sair da percepção egoísta é fazer contato com a realidade que existe fora dela. Para fazer isso, precisamos de livros autênticos cabalísticos, porque foram escritos por pessoas que descobriram a verdadeira imagem da realidade. Nos seus livros, cabalistas nos contam sobre a realidade perfeita, que está, de fato, próxima a nós. Precisamos mudar as nossas frequências internas pra poder "pegar" a transmissão.

“Embora elas não entendam o que estão aprendendo, através da ânsia e o grande desejo de entender o que aprendem, despertam sobre si as luzes que cercam suas almas... Então, quando alguém nao possui os vasos (kli), quando esse, engaja nessa sabedoria e menciona o nome das luzes e os vasos relacionados à sua alma, imediatamente elas brilham nela a um certo nível..” Baal HaSulam, "Introdução ao Talmude das Dez Séfiras (Talmud Eser Sefirot)"
O que é a realidade? Como a percebemos? Ela existe sem nós ou é uma imagem criada dentro de nós, dependendo das nossas qualidades internas?
Parece óbvio – a realidade é tudo que vemos a nossa volta: casas, pessoas, todo o universo… Realidade é o que podemos ver, tocar, escutar, provar e cheirar. Isso é a realidade. É mesmo?É manhã. Você abre os seus olhos e se espreguiça. É um novo dia, o sol está brilhando, e os pássaros estão cantando. Mas profundamente, internamente, você sente que algo não está certo. Você acorda do lado errado da cama e a ultima coisa que você quer fazer é levantar-se. Mas você lembra que ontem foi um dia perfeito; você sabia que seria um grande dia desde que você acordou, e brilhou assim o dia inteiro. E hoje, você nem mesmo quer sair da cama.
Então, o que mudou, na verdade? A realidade ou você?
De acordo com a cabala, a imagem do mundo que conhecemos, de fato, não existe. “O mundo” é um fenômeno sentido por seres humanos. Reflete o nível para o qual as qualidades da pessoa combinam com a qualidade da força abstrata fora dela, a força da natureza.
Então o que é essa força da natureza que nos cerca?
Cabalistas a descrevem como a qualidade de amor absoluto e doação. Além disso, explicam que o nível de equivalência entre as qualidades do homem e a qualidade da natureza é o que o homem percebe como o “mundo”.
O que isso significa? Vamos usar um receptor de rádio para demonstrar. As estações de rádio estão continuamente transmitindo, mas só escutamos alguma estação em especial quando a sintonizamos no radio, numa certa frequência. Como o receptor de radio “pega” a onda? Ele gera uma frequência interna que é idêntica ao som de uma das ondas no ar externo. Então, o receptor de rádio “pegou” a onda somente após ter mudado sua frequência interna, mas as ondas de som sempre existiram.Cabalistas explicam que percebemos a realidade externa na mesma exata maneira – de acordo com a “frequência” que geramos internamente em nós. Em outras palavras, a realidade que nos cerca é completamente dependente das nossas qualidades internas. Então, somente nós podemos mudá-la.
Ainda está confuso?
A vida de alguém está dentro de si
Para poder entender a maneira que percebemos a realidade, vamos imaginar o homem como uma caixa fechada com cinco “aberturas”: olhos, ouvidos, nariz, boca e as mãos. Tais órgãos representam nossos cinco sentidos – olhar, escutar, cheirar, provar e tocar. Percebemos a realidade através desses cinco sentidos. O alcance de tons que podemos escutar, aspectos que conseguimos ver, sentir.. e, então, estão completamente dependentes da percepção dos nossos sentidos.
Por exemplo, vamos ver como o nosso mecanismo de escuta funciona – Primeiro, as ondas de som reunem-se, próximas do tímpano e causam uma vibração nele. As vibrações do tímpano movem os ossos no ouvido médio, e como resultado os sinais são enviados ao cérebro. O cérebro , então, traduz as ondas em sons ou vozes. É assim que escutamos. Em outras palavras, todo o processo de escuta acontece dentro de nós. Todos os outros sentidos funcionam da mesma forma.
Os sinais que chegam através de todos os nossos sentidos vão ao centro de controle do cérebro. Lá, a nova informação recebida é comparada com a já existente na nossa memória. Baseado nessa comparação, nosso cérebro, então, retrata uma imagem de um mundo que parece “existir” na nossa “frente”. Este processo cria o sentimento que vivemos num “lugar específico”, embora esse, está, realmente, dentro de nós.Então, o que nós realmente percebemos?
Somente nossa reação interna ao estímulo externo – não o que realmente está fora. Nós estamos “fechados dentro da nossa caixa”, então, não podemos dizer o que realmente existe lá fora. Nossas imagens da realidade, então, resultam da estrutura dos nossos sentidos e a informação existente no nosso cérebro. Anos atrás, a ciência descobriu que estimular eletricamente o cérebro humano, pode fazer com que uma pessoa sinta como se estivesse num certo lugar e situação.
De fato, cientistas já sabem que diferentes criaturas percebem o mundo de forma diversa.

A habilidade de poder enxergar no escuro, do gato, é seis vezes maior que a nossa. A capacidade de escuta do cachorro é muito mais afiada e sensível que a nossa – cachorros podem escutar sons comuns antes que as pessoas os escutem. O olho humano está sintonizado a um comprimento de onda que estende-se entre violeta e vermelho.
É por isso que não conseguimos ver uma extensão de onda menor que violeta, como a ultravioleta. No entanto, abelhas podem perceber tal radiação ultravioleta e usá-la para localizar diferentes tipos de flores. Tais exemplos facilmente demonstram que se os humanos tivessem outros sentidos, perceberiam uma imagem da realidade completamente diferente.
Era tudo um Sonho
Cabalistas explicam que o homem pode perceber a realidade em dois níveis, e ambos são completamente influenciados pelas suas qualidades internas:
No primeiro nível, a qualidade interna do ser humano é “egoísmo”, que é oposta a da natureza. Tal qualidade, que atualmente possuímos, nos faz sentir separados dos outros e mesmo encoraja-nos a ter vantagens sobre eles. Egoísmo é também a razão que a nossa imagem do mundo é de um de guerra, esforço, pobreza e corrupção.
No entanto, gradualmente nossa experiência de vida nos faz entender que a percepção egoísta não nos traz satisfação verdadeira, já que nunca pode prover um prazer que dure.
No primeiro nível, a qualidade interna do ser humano é “egoísmo”, que é oposta a da natureza. Tal qualidade, que atualmente possuímos, nos faz sentir separados dos outros e mesmo encoraja-nos a ter vantagens sobre eles. Egoísmo é também a razão que a nossa imagem do mundo é de um de guerra, esforço, pobreza e corrupção.
No entanto, gradualmente nossa experiência de vida nos faz entender que a percepção egoísta não nos traz satisfação verdadeira, já que nunca pode prover um prazer que dure.
No segundo nível, mais elevado, nossa qualidade interna é de absoluto amor e doação – assim como a qualidade da força da natureza. Os que pecebem o mundo dessa forma podem ver como todas as pessoas funcionam como parte de um sistema, trabalhando em reciprocidade e criando um circulo de prazer sem fim.
De acordo com a cabala, nossa existência no primeiro nível é simplesmente uma fase que vivenciamos, e seu propósito e deixar-nos independentemente mudar a nossa percepção da realidade. Cabalistas, que aprenderam a mudar a sua percepção, definem nosso estado atual como “a vida imaginária” ou a “realidade imaginária”.
Em contraste, eles chamam a existência perfeita, toda e corrigida como “vida real” ou “verdadeira realidade”. Quando repararam nas nossas percepções egoístas prévias, eles as descreveram como um sonho, pelo dito “vivíamos como elas naquele sonho” (Salmos 126:1)
Isso significa que atualmente a verdadeira realidade está oculta de nós. Não a sentimos porque percebemos nós mesmos e o mundo de acordo com as nossas qualidades internas, que são atualmente egoístas. No momento, não sentimos que todas as pessoas estão conectadas como uma porque repelimos tal tipo de relacionamento. O desejo egoísta impresso dentro de nós não está interessado em tais conexões, e é por isso que não nos deixa ver a verdadeira imagem da realidade.Se invertermos nosso egoísmo para a qualidade da Natureza – amor e doação – vamos sentir e perceber coisas completamente diferentes a nossa volta que não notávamos antes. Além do mais, tudo que vimos antes vai parecer completamente diferente – todo, eterno e resoluto. É isso que os Cabalistas quiseram transmitir no verso “Eu vi um mundo invertido” (Talmud Babilônico, trecho do Pesachim)
Prove e Veja
A sabedoria da cabala ensina-nos que o nosso propósito na vida é independentemente elevar-nos da nossa atual, limitada existência para verdadeira, eterna existência.
Como fazer isso? A única maneira para sair da percepção egoísta é fazer contato com a realidade que existe fora dela. Para fazer isso, precisamos de livros autênticos cabalísticos, porque foram escritos por pessoas que descobriram a verdadeira imagem da realidade. Nos seus livros, cabalistas nos contam sobre a realidade perfeita, que está, de fato, próxima a nós. Precisamos mudar as nossas frequências internas pra poder "pegar" a transmissão.
Enquanto alguém lê sobre a verdadeira realidade, a neblina é gradualmente limpa sobre os sentidos de alguém, e , essa, começa a sentir tal realidade. De fato, cabalistas explicam que não é por entender o texto que nós mudamos as nossas qualidades. Mesmo se uma pessoa não entende o que ela lê, seu desejo de entender direciona a sua percepção.

“Embora elas não entendam o que estão aprendendo, através da ânsia e o grande desejo de entender o que aprendem, despertam sobre si as luzes que cercam suas almas... Então, quando alguém nao possui os vasos (kli), quando esse, engaja nessa sabedoria e menciona o nome das luzes e os vasos relacionados à sua alma, imediatamente elas brilham nela a um certo nível..” Baal HaSulam, "Introdução ao Talmude das Dez Séfiras (Talmud Eser Sefirot)"
A diferença entre a nossa atual sensação de vida e uma que poderíamos sentir é enorme. Para poder descrevê-la, O Livro do Zohar compara a diferença entre uma pequena luz de uma vela e uma luz infinita, ou como um grão de areia comparado a todo o mundo. No entanto, se tu realmente quiser saber o que isso significa, cabalistas sugerem que você veja por si mesmo.
"Prove e veja que o Lorde é bom"
"Prove e veja que o Lorde é bom"
Salmos 34:8
domingo, 30 de outubro de 2011
Destruição na Babilônia Moderna
Destruição na Babilônia Moderna
A idéia de união entre todos os seres humanos, para nós, não é nada além de uma história imaginária de criança. De volta à babilônia, alguém teve uma idéia para unir a humanidade. Hoje, as necessidades do nosso mundo precisam de união mais do que nunca.
“… somos como uma pilha de nozes unidas dentro de um saco. Tal nível de unidade não as torna em um corpo integrado. Cada mínimo movimento do saco as sacode e as separam. Elas, por sua vez, parcialmente se unem novamente. Tudo que falta para elas é a unificação que vem de dentro. Qualquer força de unificação é devida a um incidente externo. Isso é lamentável.”
Rabbi Yehuda Ashlag (Baal HaSulam),
HaUma (A Nação)
Unidade. É o que sentimos de vez em quando em momentos que nos aproximam como pessoas. Celebramos os feriados Judaicos, cada um de sua forma pessoal, e compartilhamos muitas experiências coletivas enraizadas na nossa cultura.
Mas tais experiências não são suficientes para nos garantir uma sensação verdadeira de pessoas unidas. Como BaalHaSulam colocou de forma alegórica, para o espectador, parecemos ser as nozes dentro de um saco, unidos somente pela “roupa” que nos mantém juntos. Qualquer batida que vir de fora balançará o conteúdo para e, a partir de, quando pressionadas, se unirão. Quando nada as forçar (força do lado externo), elas permanecerão desunidas.
Obviamente, esse tipo de unidade não faz nos sentirmos como um.
O que torna as pessoas em “uma”?
231 anos atrás, os Estados Unidos declararam sua independência. Seus residentes vieram de toda parte da Europa, África e Ásia. Havia Cristãos, Judeus e outros de muitas religiões e nacionalidades - que deixaram sua terra natal para ir à “terra das oportunidades ilimitadas”. Essas pessoas, separadas pela linguagem, fé e cultura, tinham algo em comum – um desejo forte por um futuro novo e melhor. Então, elas cruzaram suas diferenças e seguiram adiante para estabelecer um vasto sistema de trocas.Diferente dos Estados Unidos, onde pessoas de diversas nações se uniram amplamente para estabelecer um país baseado no lucro e benefício - países Europeus foram fundados em um passado étnico comum. Inglaterra, França, Rússia, Alemanha e outros países, foram englobados de tribos da mesma raça. Para essa províncias, uma origem comum era a força de união. É fácil pensar que os Judeus, também, compartilharam uma mesma origem. No entanto, geneticamente falando, “não existe gene judeu”.
Um Tipo Diferente de Unidade
Para entender sobre em o que “O povo judeu” foi fundado, precisamos realizar uma pequena viagem à Babilônia, 5.000 anos atrás. Mesopotâmia, e, especialmente, sua capital, a Babilônia, foi um local de fusão, como a Nova Iorque atual. De fato, de várias formas, Mesopotâmia é o berço da civilização. De volta então, a humanidade foi formada como uma agregação de clãs. Uma proximidade instintiva, como a animal, fazia as pessoas se sentirem próximas uma das outras, como uma família.Mas enquanto o tempo passou, o egoísmo humano se intensificou e começou a afastar as pessoas umas das outras e a aliená-las. Elas foram ficando interessadas pelo auto interesse, ignorando as necessidades dos outros. Após muito tempo, exploração e ódio surgiram.
Um dos Babilônios pôde ver como a humanidade, antes, uma família entusiasmada, foi se tornando em uma caverna de leões. Mas isso não foi tudo que ele viu. Abraão entendeu que por trás dessa face egoísta, a humanidade era, de fato, uma única, coletiva entidade como células num corpo.
Abraão entendeu um ponto crucial: uma vez que a humanidade transcender o egoísmo e se reunir como uma única entidade, vai se adaptar à inclusiva força do amor que une todas as partes da criação – o criador.
Armado com essa nova percepção, Abraão começou a desenvolver um método capaz de permitir que todas as pessoas transcendam seus egos e conectem-se ao criador. No entanto, poucos dos contemporâneos de Abraão expressaram qualquer zelo para corrigir os seus egos. A minoria que seguiu seu método se tornaria o primeiro grupo de cabalistas na história. No final das contas, esse grupo cresceu e é o que conhecemos agora como “as pessoas de Israel”.
Porque foram chamadas de “Israel”? Ysrael (Israel) é uma combinação de duas palavras: Yashar (direto) e El (Deus). Então, Israel significa “Direto para Deus”. O nome implica a essência da unidade entre as pessoas de Israel. Uma profunda, eterna ligação que as conecta à natureza por si mesma, além da raça, nacionalidade ou considerações pessoais.
Distante do olhar público
Desde que o egoísmo humano continuou a crescer a novos altos (ou baixos), o pessoal de Israel gradualmente perdeu sua unidade, bem como união com a natureza inclusiva do Criador. Isso aconteceu em dois estágios chamados “a ruína do primeiro e segundo templo”.
Eventualmente, somente alguns poucos escolhidos
foram deixados, que sentiam a imensidade da natureza. E por aproximadamente
dois milênios, longe do olhar público, essas pessoas, que chamamos de “cabalistas”
continuaram a desenvolver método de correção do Abraão e adaptá-lo ao (ainda) crescente
ego da humanidade.
Conseqüentemente, durante anos, a
cabala autêntica ficou escondida no mistério, imersa em conceitos errados, e,
logo depois, manchada pelo comércio.
Cabalistas estiveram preparando o método por um longo tempo quando a humanidade alcançaria o máximo do egoísmo. Nesse ponto, o método estaria pronto e seria motivador usar a cabala como um método de correção, como nada mais. Agora, o tempo chegou.
Vivendo na Babilônia Atual
Hoje, nossas vidas não são muito diferentes dos que viveram na antiga babilônia. Reconhecidamente, nós temos uma variedade de comidas, roupas, comunicação de alta tecnologia, transporte de alta velocidade e sabe-se lá o que mais. E ainda, nosso mundo é inundado por corrupção, ódio, segregação, terrorismo e outras formas de ameaça. Ficamos tão “habituados” com o ódio e dor, e tão cínicos, que idéias como “amor pelo homem” parecem absurdas, se não, inconcebíveis.O quanto mais a crise global evoluir, mais dedos acusatórios estarão apontando para os judeus. Razão é simples: a natureza puxa todas as suas partes em unificação, como um magneto no centro do seu campo. Mas para ser atraído para o meio, precisamos programar a correção ou método de - desenvolvido e guardado por Israel. Enquanto nós não estivermos usando o nosso método de correção, toda a humanidade vai permanecer encalhada, além da tensão entre onde devemos estar e se vamos continuar a crescer. Como resultado, conscientemente ou não, outras nações são motivadas a fazer com que Israel avance.
Nós, judeus, devemos reconhecer o mérito da sabedoria que possuímos e devemos colocá-la em prática. A autêntica sabedoria da Cabala não tem nada a ver com qualquer tipo de misticismo ou crença. É, na verdade, um método sistemático, impresso na própria natureza, mirado em elevar a humanidade a sua próxima fase evolucionaria.
Quando encontrarmos dentro de nós o desejo para reviver nossa unidade interna, vamos descobrir a lei natural do amor que espera todos os seres humanos, o tipo de amor que estamos intencionados a espalhar através do mundo. Nas palavras do profeta Isaias, nós seremos “a luz para as nações”.
domingo, 2 de outubro de 2011
ALIMENTAR O MOTOR DO PROGRESSO
Existe um programa natural da evolução considerado “natureza”. A natureza tem um motor próprio que gira e desenrola todo o desenvolvimento, enquanto que nós o seguimos obedientemente por centenas de milhares de anos. E assim tem sido ao longo da história humana na terra.
Mas, ao mesmo tempo, o programa estipula que o homem gradualmente atinge um estado em que ele vai começar a participar no seu próprio trabalho. A força subjacente à natureza continua a influenciar e desenvolver o desejo. E dentro do desejo também cultiva o ponto que tem origem na da raiz da alma. Em um determinado momento, além do desejo de receber prazer, eu começo a ouvir a voz desse ponto no coração. A hora chega quando ele se faz conhecido e exige que o homem o realize.
A realização do ponto ocorre acima do desejo. Assim, o homem sente-se dividido em dois e se vê diante de uma escolha: seguir o seu ego, que é seu desejo corporal (tais como comida, sexo, família, riqueza, poder e conhecimento), ou continuar a elevar esse ponto espiritual e obter as respostas para as perguntas: Quem sou eu?Onde eu comecei? Onde está a força superior? O que é esta vida? Qual é o propósito da existência?
Baal HaSulam, “Um mandamento”: Existem duas partes para a Torá: uma diz respeito ao homem e Deus; outra, o homem e outros relacionam-se ao homem. E eu te chamo para que pelo menos participe e assuma o que diz respeito ao homem e do homem já que assim você também vai aprender a parte que diz respeito ao homem e Deus.
Ao longo da história nos desenvolvemos sob a influência da natureza, o Criador, os genes informacionais (Reshimot), o programa incutido em nós. Desenvolvemos-nos instintivamente, por meio de diferentes necessidades internas que aparecem em nós. Hoje, essa fase está chegando ao fim.
Acontece na vida pessoal de todos. Hoje também acontece no nível global e se manifesta como uma crise integrante global. Nós não sabemos como gerir nossas vidas. De repente, toda a humanidade está descobrindo que ela está perdendo o controle do que está acontecendo. Processos incompreensíveis estão ocorrendo no mundo, e nós já não seguramos as rédeas.
No passado, poderíamos fazer algo, a fim de lidar com a situação, mas hoje não mais.
Gradualmente verificamos que não sabemos como nos aproximarmos um do outro: Uma pessoa diz alguma coisa, e outra não a entende. Não podemos chegar a qualquer acordo, apesar de ver que sem conteúdo comum, mesmo que mínimo, não vamos sobreviver.
O desenvolvimento sob o ditar da natureza, onde tudo era óbvio, onde fazíamos o que nós sentimos e obedecíamos as nossas necessidades de acordo com o nosso interior acabou. Os genes de informações continuam a aparecer em nós, é claro, mas não sabemos o que fazer com eles e não conseguimos identificar o sistema externo em que vivemos. O mundo se tornou um lugar confuso.
Portanto, o método que explica o que fazer nessas novas condições, e o que fazer conosco está sendo revelado somente agora. No entanto, nós não sentimos ainda como é vital o ensino chamado de Torá.
No passado nos desenvolvíamos por meio de uma força interna que constantemente operava em nós e realizava as suas ordens sem saber. Não tínhamos vontade por nossa conta, nós não éramos nem mesmo aqueles que as realizavam. Éramos simplesmente fantoches em uma corda.
Agora, essas manipulações internas estão nos deixando gradualmente. Como se o nosso software interno estivésse congelado e não funcionasse mais. O que as forças da natureza querem de nós? Por que elas pararam de operar e de nos desenvolver?
As forças da natureza querem que nós participemos conscientemente do nosso desenvolvimento de agora em diante. Esta é a fase na qual chegamos.
Mas como vamos saber como participar no nosso desenvolvimento corretamente? Afinal de contas, sem saber isso, não vamos encontrar o nosso sustento na nova realidade e como resultado, vamos receber golpes. Agora, temos de completar o que a natureza costumava fazer.
É por isso que o método da Cabalá nos mostra que o caminho está sendo revelado agora. Ela nos diz como devemos operar, a fim de completar internamente as ordens da Natureza que antes nos desenvolvia. Podemos obter um impulso através da ligação com os outros. É precisamente por esta razão que devemos buscar a conexão com os outros, a fim de encontrar as deficiências e pedir pelas correções que temos que introduzir no nosso programa.
É como se nós jogássemos madeira no fogo e fornecêssemos combustível para o nosso desenvolvimento e, portanto nós avançamos. O combustível pode ser positivo ou negativo. Em um forno, juntamente com o calor da lenha, tem que haver oxigênio e um duto de ar de refrigeração. Nós, também, devemos ter os dois lados da moeda: de um lado, as deficiências, as frustrações, e as trevas, e por outro lado, a Luz, a conexão entre nós, e uma demanda por reciprocidade.
Temos que descobrir tudo isso para criar o novo componente necessário para o nosso desenvolvimento. Se somarmos isso, a força de desenvolvimento vai mudar a nossa situação e nossa evolução vai continuar. Mas se não encontrarmos as deficiências, as metas, as frustrações e as corretas aspirações a “roda do desenvolvimento” não vai virar.
Até agora, quando a nossa participação não era necessária, os genes informativos giravam a roda automaticamente a partir da quebra das almas, os níveis inanimado, vegetativo, e animado. Mas agora, a nossa participação tem se tornado uma condição necessária. Devemos acrescentar o nosso desejo aos Reshimots quebrados de modo que eles serão realizados corretamente.
A realização consiste em duas partes: construíndo os vasos e os enchendo. A construção dos vasos, como Baal HaSulam diz, refere-se a atitude das pessoas com outras pessoas, durante o preenchimento dos vasos relaciona-se com a atitude para com o Criador. Isso é o que temos que dedicar-nos. É claro, devemos primeiro pensar sobre os vasos e só depois em preenchê-los.
É por isso que diz que o amor dos seres criados nos traz para o amor do Criador. Primeiro, devemos nos preocupar com a conexão certa entre nós. Então, o nosso atributo comum de doação certamente manifestará nela e neste atributo, a força superior chamada de “o Criador” será revelada.
Da 5 ª parte da Lição Diária de Cabalá de 23/09/2011: “Um mandamento”
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Major Tom, Está me Escutando?
Major Tom, Está me Escutando?
por Michael R. Kellogg
A fronteira final não é em algum lugar do espaço, mas sim, escondida profundamente dentro de cada um de nós
“Espaço, a última fronteira…” Havia tempos quando milhões de pessoas seguravam sua respiração enquanto essas palavras de abertura da série de TV “Guerra nas Estrelas” eram escutadas junto com a música de fundo, a nave espacial Enterprise estragou, em seguida, na sua jornada enroscada para descobrir estranhos novos mundos.
Até os últimos anos, a pesquisa espacial era a grande esperança para o desejo da raça humana pela descoberta; uma maravilhosa aventura que nos une. Depois que tudo no nosso planeta foi conquistado e não existia nada a mais restante para descobrir, novos horizontes de repente surgiram quando a “Época do espaço” começou na segunda metade do século 20. As primeiras poucas viagens para o espaço sideral escureceram muito as lendas de viagem dos grandes descobridores: Marco Pólo, Cristóvao Colombo, Fernão de Magalhães e outros. A lua, que foi sempre vista como um intocável céu crescente, de repente, se tornou num objeto tocável, um lugar onde uma pessoa pode caminhar e até mesmo plantar uma bandeira. As seguintes ondas de astronautas, shuttles espaciais e satélites que preencheriam o céu inspirou grandes artistas do tempo, como Asimov, Kubrick, David Bowie e outros para criar fantasias ficcionais de arrepiar os nossos cabelos.
Assinar:
Postagens (Atom)

















