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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Quem é o Verdadeiro Inimigo na Guerra ente Rússia e Geórgia?

Nós podemos fazer acusações em qualquer direção, mas não encontraremos o inimigo em nenhuma parte “lá fora”, porque ele está dentro de nós. A Cabalá oferece uma nova tática para se opor a sua ofensiva.Não é Apenas um Problema da Georgia

A guerra entre a Rússia e a Geórgia parece ser apenas mais um conflito regional, considerando que a maioria de nós nunca ouviu falar dos territórios em discussão - Ossétia do Sul e Abkházia. Mas, como tudo o mais na era da globalização, o mundo todo está participando deste conflito e todos estão preocupados com as suas conseqüências.

“É importante que o mundo entenda que o que está acontecendo na Geórgia neste momento afetará a ordem mundial,” disse o ministro georgiano Temur Yakobashvili. “Não é apenas um problema da Geórgia, mas de todo o mundo” (Revista TIME). Todos os participantes deste jogo estratégico têm algo a perder ou algo a ganhar, e, conseqüentemente, suas próprias opiniões sobre quem está certo e quem está errado nesta guerra.

Os Estados Unidos dependem do apoio das tropas georgianas no Iraque. A Europa depende muito da Rússia no fornecimento de energia. Israel tem relações antigas com a Geórgia, mas também precisa da Rússia como aliada para combater a ameaça do programa nuclear Iraniano. Os países da Europa Oriental, como a Polônia, são altamente dependentes da Rússia em recursos, além de serem também mais suscetíveis de serem ameaçados por seu “irmão mais velho”.

Estas são apenas algumas das considerações que as nações têm quando formam suas opiniões sobre quem apoiar nesta guerra - e a cobertura dos meios de comunicação reflete esta complexidade. Não há falta de opiniões sobre o que realmente acontecendo na região do Cáucaso, quantos feridos existem até agora, quem está errado e quem está certo, por que esta guerra começou afinal (antes de mais nada), e quais serão suas conseqüências futuras, a longo prazo. Mas qual é realmente a causa da guerra, e a quem se deve realmente culpar?

Conheça o Seu Inimigo

Do ponto de vista da Cabalá, não importa como você interpreta os fatos e quem você culpa, todos os envolvidos são vítimas do maior de todos os agressores - o nosso próprio egoísmo humano.

Enquanto especialistas políticos, analistas econômicos, etnólogos e outros especialistas estão debruçados sobre suas mesas escrevendo relatórios complexos, estes estão simplesmente olhando no lugar errado. Eles estão julgando as conseqüências externas, mas ignorando a causa interna.

O egoísmo humano é o criminoso calculista e invisível que leva as pessoas a lutar, nações a se enfrentar, e milhares de civis inocentes a se tornarem vítimas da guerra. O egoísmo é uma força naturalmente enraizada dentro de nós, e enquanto formos movidos por ela, continuaremos a nos envolver em guerras e conflitos inconciliáveis.

O Caminho para a Paz

Na verdade, o nosso próprio egoísmo nos fará perceber que devemos nos separar dele. Mas se continuarmos esperando que este processo aconteça por si só, daremos espaço para maiores guerras e conflitos, os quais, como dissemos, estão se tornando cada vez mais globalizados. Seguindo por este caminho, o nosso egoísmo nos encurralará com grande sofrimento e, não obstante, nos forçará a reconhecer que devemos nos elevar acima dele.

A Cabalá oferece um outro caminho - a transformação pela escolha. Em vez de esperarmos o sofrimento nos convencer­ a nos livrarmos do egoísmo, podemos nos elevar acima do egoísmo de modo independente e começar a resolver as nossas diferenças a partir de um nível mais elevado de consciência. Escolhendo este caminho, experimentaremos um desenvolvimento estável e agradável em direção a um novo mundo de reciprocidade e doação.

A Cabalá oferece o método pelo qual todos possam aprender a transcender o egoísmo e desenvolver sistematicamente um novo sentido da nossa realidade.

Assim como as conseqüências da guerra são um problema de todos, a sua causa é responsabilidade de todos. Conseqüentemente, a abordagem pragmática dos Cabalistas visa disseminar abertamente o único método que pode nos elevar acima do nosso egoísmo hostil, e nos conduzir à uma realidade pacífica.

Post original do Jornal Kabbalah Today Traduzido por Marcelo Pinto.

Mulher: A Origem da Vida (Espiritual)

Nós mulheres sempre queremos algo. Até que enfim, há uma explicação para este fenômeno - leitura recomendada para homens e mulheresUm estudo publicado na edição de Julho do Journal of Happiness Studies (Jornal de Estudos da Felicidade) informa que, embora as mulheres comecem a vida adulta mais felizes do que os homens, elas são menos felizes quando atingem a meia-idade. O estudo analisa dois fatores de bem-estar - financeiro e familiar, e revela que os homens e mulheres transformam as aspirações de modo diferente. Em outras palavras, os nossos desejos são diferentes.

Se procurarmos por um padrão, descobriremos que os homens tendem a ficar mais facilmente satisfeitos com fontes materiais de satisfação, tais como bens de consumo, uma bela casa, um carro vistoso, viagens e esportes. Embora as mulheres também desejem algumas destas coisas, tendem a almejar algo mais. À medida que elas se tornam maduras, percebem que as coisas materiais não trazem uma satisfação duradoura. Não importa o quanto elas ganhem, quão bom seja o seu casamento ou bem sucedida a sua carreira, elas ainda são mais susceptíveis a ficar insatisfeitas.

A Percepção da Mulher

Na verdade, uma mulher percebe tudo de modo distinto do homem. Ela tem percepções adicionais porque dá à luz a nova vida. Isso é óbvio no mundo físico, mas também é verdadeiro no mundo espiritual. Uma mulher, sendo a “fonte da nova vida”, também sente mais intuitivamente a vontade de uma nova vida espiritual. Os homens, por outro lado, tem de trabalhar mais para desenvolver este desejo, pois ele não surge naturalmente neles.

O desejo latente que as mulheres têm pela espiritualidade é justamente a razão pela qual elas crescem insatisfeitas com tudo que têm. Consciente ou inconscientemente, as mulheres começam a buscar uma fonte mais intensa de satisfação, que resulta em seu persistente sentimento de descontentamento com qualquer coisa que possuam no mundo físico.
Homens, Mulheres e a Satisfação Espiritual

O desejo pela espiritualidade vem do fundo do coração. Os Cabalistas referem-se a ele como “o ponto no coração”, que é uma pequena “centelha” de espiritualidade. Uma vez despertado, ele continua a crescer, levando-nos mais alto no mundo espiritual até que ele preencha toda a nossa experiência e percepção.

Tanto os homens quanto as mulheres podem sentir esse desejo, mas a mulher é mais apta a persegui-lo seriamente. Tão logo ela sinta as novas possibilidades oferecidas por este novo desejo, seu foco se desloca diretamente para ele. Ela percebe intuitivamente que ele é a única coisa capaz de trazer satisfação duradoura, realização e felicidade verdadeira.

Entretanto, uma mulher não pode desenvolver este desejo isoladamente. Ela o desenvolve exatamente compartilhando sua paixão pela espiritualidade com todos a sua volta. Ela é capaz de incitar nos outros uma paixão por desvendar e atingir o mundo espiritual, e assim cumprir seu papel feminino como a origem da vida, cultivando vida espiritual nos outros.

Por incrível que pareça, uma forma do homem expandir o seu desejo espiritual é absorvendo-o de uma mulher. Diferentemente das mulheres, no entanto, a natureza dos homens não é baseada no desejo, mas na satisfação do desejo. Por isso, quando os homens desenvolvem sua centelha espiritual, permitem que o desejo da mulher seja satisfeito. Isso porque no mundo espiritual, não existem corpos, mas apenas desejos e propriedades. Através da percepção de sua natureza espiritual, as mulheres fornecem um desejo espiritual, e os homens fornecem uma satisfação para este desejo.

É assim que homens e mulheres complementam-se um ao outro espiritualmente, e permite que ambos alcancem um estado de perfeição e satisfação sem limites.

Post original do Jornal Kabbalah Today Traduzido por Marcelo Pinto.

sábado, 8 de novembro de 2008

No Olho do Furacão

O que leva a natureza ao desequilíbrio, e o que podemos fazer para salvar este planeta?


Um Caminho Ameaçador

Aconteceu de novo. As Ilhas do Caribe e os EUA sofreram um triplo golpe: primeiro o furacão Gustav, depois o Hannah e agora o Ike. O primeiro trouxe o medo de que a enorme devastação e perda de vidas ocorrida durante o furacão Katrina’s pudesse ocorrer de novo fazendo milhões abandonarem suas casas na área de Nova Orleans. Felizmente, a tempestade perdeu sua força antes de entrar no continente e o antecipado desastre foi embora.

Nova Orleans escapou desta vez, mas o Haiti não foi tão afortunado. A rápida seqüência de quarto furacões, começando com o Faye em meados de agosto, resultou numa destruição catastrófica na infra-estrutura da ilha. Embora a perda de vidas inicialmente tenha sido relativamente baixa, espera-se que o desastre humanitário conseqüente deverá tirar centenas de vidas via doenças e fome.

E agora, a costa do Texas foi atingida pelo Ike. A cidade de Galveston foi inundada, incêndios surgiram em areas inacessíveis aos bombeiros e milhões ficaram sem energia em Houston, possivelmente por semanas.

É fácil atentar para os eventos que ocorrem próximos ao lar, mas os ataques violentos da natureza não tem uma preferência geográfica. Teme-se que milhares tenham perecido após as enchentes em função das monções na Índia que forçaram as águas de um granade rio além de suas margens, derramando toneladas de água sobre os vilarejos abaixo. Em maio, a China foi atingida por um intense terremoto de 8.0 graus que deixou quase 70.000 pessoas mortas e 20.000 desaparecidas mesmo após vários meses depois.

Do outro lado do mundo, o vulcão Chaiten no Chile entrou em erupção após milhares de anos de silêncio. Cidade vizinhas foram evacuadas já que rochas vulcânicas e lava ameaçavam engoli-las.

A despeito de nossos tremendos avanços em tecnologia e ciência, a Natureza continua a nos lembrar o quão impotentes na realidade somos. Mas há algo que podemos fazer a fim de prevenir a próxima catástrofe? De fato há muita coisa que podemos fazer. E isso começa por entender nosso relacionamento com a Natureza.

O Balanço Natural
Se olharmos atentamente a Natureza, observaremos um constante equilíbrio entre todas as suas partes. Todos os elementos são interconectados e interdependentes ao ponto de que modificando até mesmo um pequeno detalhe pode desequilibrar todo o sistema. O sistema rapidamente se ajusta, entretanto, de forma a restaurar o equilíbrio.
Isto é mais fácil de ser observado em uma pequena escala. Se você pega um cubo de gelo num dia de verão ele rapidamente derreterá enquanto a temperatura do ar adjacente cairá muito pouco. Os extremos de calor e frio se contrabalançam até atinjam o equilíbrio. O mesmo fenômeno ocorre na Nature numa escala maior, embora este balanço de temperatura e pressão possa, temporariamente, resultar em eventos violentos que chamamos de furacões, tufões ou tornados.

O princípio do equilíbrio também se aplica ao reino animal. Todo elemento no ecossistema, seja animal ou vegetal, opera de forma a garantir o equilíbrio e harmonia do sistema. Não se engane com as cenas desagradáveis de violência do último documentário sobre a natureza que você assistiu. Embora a Natureza possa parecer cruel em sua apresentação, um olhar mais apurado mostra que toda sua luta é realmente no sentido de aumentar seu equilíbrio interno. A Dra. Jane Goodall, a famosa pesquisadora de chimpanzés que passou anos de sua vida na floresta, testemunha sobre isso quando compartilha sua experiência: “Senti que não há sequer uma única força do mal na Natureza, mas somente puro amor”.
O Desequilíbrio Egoístico
Humanos, por outro lado, são as únicas criaturas que sempre causam distúrbios no perfeito equilíbrio da Natureza. Nossa única preocupação é conosco mesmo ignorando o equilíbrio e bem estar de todo o sistema. Por isso nos permitimos explorar uns aos outros e, até mesmo, crescermos sobre a ruína dos outros. De fato, tendemos a ver a Natureza como algo a ser usado para nosso próprio benefício.

Nem sempre entendemos as conexões entre nossas ações e a resposta da Natureza, mas “ignorância da lei não é desculpa”. E à medida que tentamos nos convencer que elaborar sistemas de contenção, ferramentas high-tech e sistemas de alerta precoce nos manterá seguros, a Natureza repetidamente nos demonstra que não estamos livres de suas leis.

Harmonizando com a Natureza
A sabedoria da Kabbalah nos diz que somos parte integral da Natureza. Mesmo que não entendamos isso, quando nos relacionamos egoisticamente entre nós e com o meio ambiente, desequilibramos todo o sistema. Por sua vez, a Natureza, inevitavelmente aplica forças “corretivas” a fim de re-equilibrar seu sistema. E quanto mais vamos em direção ao egoismo, mais extremos são os meios que a Natureza utiliza para forçar seu retorno ao equilíbrio. Eventualmente, seremos forçados a reconhecer que somente a Natureza pode vencer esta batalha.

Mas nós não temos escolha. Podemos escolher alinhar-nos com o sistema da Natureza, ao invés de lutar com ele. Portanto, se desejamos solucionar a crise ecológica, temos que aprender como funciona a Natureza e implementar seus princípios em nossa sociedade.
Para isso, devemos primeiro juntar os vários sistemas de informação a fim de tornar de conhecimento público a causa de de nossa crise ecológica - consistente e contínua violação do equilíbrio da Natureza. Em paralelo, devemos criar a maior consciência possível de que toda a natureza é um corpo multicelular em que todas as células estão conectadas e dependentes de outras células. A fim de que a sociedade humana esteja em equilíbrio com a Natureza, deve começar a operar como um corpo único, interconectado e interdependente.

Se reconhecermos que humanidade e Natureza são um, e trabalharmos para mudar o relacionamento entre nós de separação para unificação, então devolveremos o equilíbrio de volta à Natureza e, assim, alcançaremos segurança.

Texto do jornal Kabbalah today traduzido por Marcelo Pinto.

domingo, 2 de novembro de 2008

Eleições nos Estados Unidos: Mudando o Mundo?

Este ano as eleições nos Estados Unidos estão mais excitantes do que nunca. Entretanto, quando a fanfarra das eleições acabar e os líderes escolhidos estiverem empossados, terá o mundo sofrido alguma mudança real? Talvez seja a hora de pensar em mudar as pessoas que estão realmente conduzindo as coisas - nós mesmos


História no Fato
Em 4 de novembro, os americanos se congregarão em centros comunitários locais, quartéis de bombeiro e outros distritos a fim de participar de um rito tão antigo quanto o próprio país: a oportunidade de escolher o próximo presidente dos EUA. Será feita historia este ano. Pela primeira vez, haverá ou um Afro-Americano ou uma mulher na Casa Branca.
A eleição será disputadíssima, mas qual a real diferença entre os candidatos? Os assuntos-chave aos quais eles se referiram são os mesmos: a Guerra no Iraque, dependência do petróleo estrangeiro e uma economia problemática. E, claro, sempre há assuntos relacionados a emprego, planos de saúde e meio ambiente.
Embora suas soluções para estes assuntos sejam diferentes, cada candidato acredita, honestamente, que ele é aquele que pode devolver ao país sua posição de prosperidade, poder, e respeito global. Ambos concordam que as políticas da última década prejudicou severamente a opinião mundial acerca do status americano. Como resultado, cada um se auto-proclama como o “agente da mudança” que pode unir o país e o mundo todo.

Uma Tradição de Mudança
Um velho adagio diz que a única coisa constante é mudança e, à despeito da retórica atual, mudança não é nenhuma novidade na política americana. Os fundadores foram, provavelmente, os proponentes mais radicais por mudanças quando criaram um país dedicado à “Vida, Liberdade e Posse da Felicidade”; uma delas foi “Todos os homens são criados iguais”. Ainda assim, mesmo com todas as mudanças ocorridas desde aqueles tempos, ainda hoje nos defrontamos com os mesmos problemas de antes: conflitos além-fronteiras, problemas econômicos domésticos, discriminação e opressão de minorias.
Se duzentos anos de historia mostrou-nos que as diversas modificações das variadas políticas não cria felicidade, une o país e, mantido o status quo, significa um crescente senso de polarização entre cidadãos e uma economia que continua em uma espiral descendente, então não seria o momento de fazer algo fundamentalmente diferente? Devemos procurar soluções novas, genuínas para os mesmos velhos problemas.

Todas as mudanças na história ocorridas até o momento têm uma linha em comum: todas tentaram “corrigir” algo no mundo externo. Discriminação? Vamos impingir desagregação à população. Pobreza? Vamos instituir programas de seguridade social e elaborar sistemas de impostos. Crise ambiental? Vamos criar leis para manter o ar despoluído, proteção às espécies em extinção e utilização dos recursos. A lista poderia continuar indefinidamente. Temos um “conserto” para cada problema. Mas por alguma razão, cada “conserto” somente parece acrescentar um novo e maior problema.

O Que Realmente Necessita Conserto?
A Kabbalah diz que isto não existe: é impossível a qualquer líder mundial fazer uma melhoria duradoura “consertando” algo no mundo externo. Qualquer mudança feita através de poderes intelectual, moral ou físico não resultará em melhorias duradouras. Além do mais, estes líderes são produto de suas sociedades; assim, é irreal esperar que ele saiba como resolver nossos problemas. As mudanças devem começar nas massas, ao invés dos líderes. Em outras palavras, é a nós que devemos “consertar,” não nossos líderes ou qualquer outra coisa mundo afora.

A Kabbalah explica que a Natureza em si é o modelo ao qual devemos nos alinhar. O mundo foi construído para operar em balance e harmonia, com cada elemento funcionando para o bem estar do todo. Tudo na Natureza funciona de acordo com este princípio - tudo, exceto nós. O homem é a única criatura que, conscientemente, trabalha em seu próprio benefício e às custas de outros. É esta atitude egoísta contra a realidade a raiz de todos os problemas do mundo.

Entretanto, essa mudança em nossa atitude egoísta não é de forma alguma um problema psicológico. Trata-se de um verdadeiro desenvolvimento de uma nova percepção em nosso interior, um sentido que nos elevará acima de nossa percepção egoística Revelaremos, então, nossa conexão com cada ser dentro de um único sistema -um único organismo humano, vivo e respirando.

O método para essa transformação interna esta baseada na própria Natureza, tendo sido descoberta por pessoas exatamente como nós. A partir de suas perspectivas, é evidente que todos terão que descobrir que são partes interdependentes de um todo, e, portanto, modificar suas atitudes egoísticas em relação aos outros.

Agentes da Mudança
Todas as nossas crises atuais desaparecerão quando a humanidade começar a trabalhar como um corpo tornando-se harmônica com o resto da Natureza. Embora possa soar utópico para nós, os Kabbalistas nos dizem que isto é inevitável, e se não entendermos isso, então catástrofes sociais, ambientais e politicas nos forçarão a entender quão destrutivo é nosso egoísmo. Neste momento, começaremos a trabalhar em Conjunto simplesmente como forma de evitar o incrível sofrimento.
É aqui que entra a sabedoria da Kabbalah, permitindo-nos reconhecer a verdadeira estrutura do mundo identificando o papel do homem. Ao estudar esta estrutura, seremos capazes de mudar nossa sociedade ao modificarmos a nós mesmos de dentro para fora. Então seremos os verdadeiros “agentes da mudança”.

Traduzido por: Geraldo Costa

O ÚNICO LINK QUE O GOOGLE NÃO ALCANÇA

A ferramenta de busca, Google, parece ser capaz de encontrar qualquer coisa no mundo. Mas ela pode trazer resultados para a busca que mais interessa?


O Mundo dos Sonhos do Google
Nas profundezas das florestas do Vale do Silício encontra-se um reino encantado chamado Googleplex. Não é fácil atravessar as paredes que circundam o reino, mas, segundo a lenda, ele é um paraíso moderno. Lá existe um ginásio, restaurantes, piscinas, um spa, fliperamas e viagens anuais para esquiar. Tudo isso é apenas uma pequena parte das instalações oferecidas aos habitantes do reino de Google. Um sonho tornado realidade? Quase.
Para aqueles que não conhecem, o Googleplex é a sede de uma corporação gigante - o Google, mais conhecido por sua eficaz ferramenta de busca e os diversos serviços de Internet que desenvolveu ao longo dos anos. A mercadoria que ele negocia é a informação, o bem mais valioso atualmente e em todos os tempos, gerando para a empresa 25 bilhões de dólares anuais. Sem dúvida, o Google é um modelo de sucesso no mundo dos negócios, o resplandecente diamante no trono da moderna indústria de alta tecnologia.

O Segredo para o Sucesso Virtual
O segredo do sucesso do Google é simples: um pequeno retângulo no centro de uma página branca. Mas isso não é apenas um retângulo qualquer. É um portal para outro mundo, um convite aberto para o espaço infinito do universo virtual. A qualquer momento, centenas de milhares de perguntas fluem para a caixa vazia e, em seguida, para a central do quartel-general em Mountain View, Califórnia. O Google squid envia seus gigantescos tentáculos por todo o mundo virtual, encontrando respostas para qualquer pedido - mesmo o mais obscuro.

Pergunte, e o oráculo Google responde. Apenas preencha a caixa, e antes que você possa dizer “Aceleradora da Web”, terás a resposta a sua frente. O Google nos dá uma forma de encontrar respostas para todas as perguntas e desejos. Não é verdade?

O Que Estamos Buscando?
O poder da magia high-tech do Google é surpreendente; mas o que acontece do outro lado da conexão? O que tantas pessoas poderiam estar procurando para usar arduamente esta besta gigantesca?

Superficialmente, existem tantas respostas para esta questão quanto pessoas no mundo. Algumas pessoas procuram por “coisas” - produtos, variando de DVDs a mansões de milhões dólares. Indique apenas o produto, e você poderá encontrar alguém que está vendendo-o.

Outras procuram se conectar com pessoas que têm interesses em comum. Uma rápida busca pelo “Google Groups” mostra mais de 1,5 milhão de comunidades que você pode aderir, e isto somente nos grupos de língua inglesa! Ninguém precisa mais se sentir sozinho - sempre existem aqueles que têm os mesmos sonhos, problemas e interesses que você.

Outras usam o Google para suprir sua sede de conhecimento. Usando o Google, você pode se conectar imediatamente com especialistas em qualquer assunto e a qualquer momento.

Mas há algo que todas estas buscas têm em comum. Todas as pessoas que digitam algo no Google estão tentando preencher uma necessidade, uma sensação de que algo está faltando. Não importa quão banal seja, cada pedido começa com um simples desejo de ser satisfeito.

Apesar da satisfação ilimitada que o Google pareça oferecer, nós surgimos constantemente com mais questões e desejos ainda maiores para alimentar suas ávidas pinças. Por que nunca estamos satisfeitos com as respostas que ele já nos deu?

Cabalá - A Ferramenta de Busca Espiritual
Nós nunca estamos satisfeitos, porque satisfações duradouras não podem ser encontradas em nada que este mundo tenha a oferecer. O único desejo que devemos satisfazer a fim de ficarmos verdadeiramente satisfeitos é o desejo de encontrar o sentido de nossas vidas - algo que o Google não pode encontrar para nós. Embora ele gere mais de cinqüenta milhões de hits quando induzido pela questão “Qual é o significado da minha vida?”, o Google não pode, realmente, dar-nos uma resposta.

A fim de encontrar a resposta a questão vital, precisamos de um outro tipo de ferramenta de busca - uma que possa nos puxar para fora da existência limitada deste mundo, para uma nova e espiritual dimensão da realidade.

A sabedoria da Cabalá nos diz que a verdadeira satisfação só pode ser encontrada dentro de nós, e ela nos fornece justamente a “ferramenta” para encontrá-la. O seu algoritmo nos permite procurar interiormente, encontrar o link para a origem de nossas vidas. Ao clicá-lo, reconheceremos quem realmente somos, porque gastamos a maior parte de nossas vidas procurando por satisfação e, finalmente, o significado de tudo.

Traduzido por: Marcelo Pinto

O Que Está Acontecendo com a Nossa Economia?

A recente e violenta queda em Wall Street deixou o mundo em choque. É hora de mudarmos nossos sistemas na raiz do problema de desejarmos sair desta crise econômica

Os eventos em torno da economia Americana e global provam que desta vez é sério - a ecônomia global está numa profunda crise. Hoje, a pergunta de um milhão (ou devemos dizer, bilhão) de dólares é, “Como construir um sistema econômico verdadeiramente viável e estável”?

Não precisamos ser um brilhante economista para achar a resposta, diz a sabedoria da Kabbalah. Temos apenas que entender que o plano da Natureza é fazer com que todos os segmentos trabalhem em uníssono e, na sociedade humana, isto significa que o trabalho de cada indivíduo deve beneficiar a totalidade da sociedade.

O melhor exemplo de tal comportamento é um organismo vivo, cujas células se interconectam e funcionam de maneira a beneficiar o corpo como um todo. Em seu artigo, “Construindo a Sociedade Futura”, o cabalista Yehuda Ashlag escreve, “…cada membro é obrigado pela Natureza a receber as necessidades individuais da sociedade, e beneficiar a sociedade através do trabalho individual”.

Assim, no sistema econômico, da mesma forma que em qualquer sistema social, interdependência é o nome do jogo. O problema é que a base do comportamento humano, que dirige todos os sistemas econômicos e sociais, é o ego, que sempre privilegia os estreitos interesses pessoais dos investidores e acionistas acima do bem comum do povo. A posse da riqueza, honra e controle às custas de outros é a prioridade mais alta dos donos das empresas.

Claramente, isto não está de acordo com os planos da Natureza de tornar as partes unidas e em mútuo compartilhamento e, assim, a existência de nossos sistemas econômicos atuais não é tolerada pela Natureza. De fato, os sistemas que desenvolvemos na sociedade humana permanecem em completo contraste com o sistema da Natureza.

Se o sistema econômico quiser sobreviver, deve alinhar-se com o modelo da Natureza. E para que isto aconteça, uma série de passos iniciais deve ser dados:
*Todos os canais de mídia existentes devem ser utilizados a fim de conscientizar as pessoas de que todos nós constituímos um corpo multi-celular no qual estamos todos interconectados. Toda e qualquer célula (pessoa) neste sistema universal deve entender que o modelo econômico mais rentável para o indivíduo é aquele que trás alegria para os outros.* O público tem que se tornar consciente das verdadeiras razões da crise. As pessoas devem entender que a Natureza tem um plano para nós, e que a turbulência que ora vivenciamos é o resultado de agirmos contra este plano.

*Os responsáveis por decisões terão que aprender como funciona o sistema geral da Natureza, e quais as implicações disso para as necessárias mudanças nos sistemas humanos, incluindo o sistema econômico. Baseado neste conhecimento, eles deverão implementar as correspondentes mudanças de forma a restabelecer o equilíbrio entre nosso sistema social e o plano da Natureza.

Somente quando começarmos a pensar e trabalhar nesta direção, obteremos sucesso em tirar o mundo da lama em que se encontra preso hoje em dia e levá-lo a solo seguro.

Traduzido por: Geraldo Costa